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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

El uso de la lengua hebrea por novelistas palestino-israelíes: el caso de Šammās y de Kashua


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1

FSP online (29/07/2009)


Destaque 2

  • Blog do Noblat (29/07/2009): Luiz Cláudio Cunha: O Brasil entra em campo: Todos lembram da cena comovente, após a virada de 3 a 2 contra os Estados Unidos no último domingo de junho, na final da Copa das Confederações, em Joanesburgo: os jogadores da seleção brasileira ajoelhados no gramado, erguendo e deitando várias vezes a testa no chão, voltados para Meca, erguendo as duas mãos em agradecimento às graças do profeta Maomé... (...) A Fifa viu – e não entendeu. Fez um alerta à CBF para "moderar" a atitude dos jogadores mais religiosos e só não puniu os atletas porque a rezadeira aconteceu após o apito final do juiz. "Religião não tem lugar no futebol", disse Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação de futebol da Dinamarca, que reclamou do exagero brasileiro à Fifa. "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Não podemos deixar a política entrar no futebol, e a religião também precisa ficar fora", disse o cartola ao jornal Politiken, de Copenhague. No Brasil, todo mundo viu, mas ninguém estranhou, nem reclamou – como certamente fariam, com indignação, se houvesse uma explícita manifestação muçulmana em campo. Aquele gesto de contrição planetária no sul da África, via satélite, acabou revelando um pouco mais de um fenômeno cada vez menos sutil da realidade brasileira: a invasão da religião nas instâncias de poder, nas frestas da sociedade, sob o patrocínio ou complacência das autoridades, atropelando o caráter laico que deveria prevalecer no país há 120 anos, desde a proclamação da República. >>> Leia mais, clique aqui.


Destaque 3

MEAH 56 (2007) - Pags.181-205

Resumen: En este artículo se verán cuales han sido las motivaciones que han empujado a algunos novelistas palestino-israelíes a escribir sus obras en hebreo. Los palestinosisraelíes se enfrentan al problema de una doble identidad que a veces resulta difícilmente conciliable. Como ciudadanos israelíes se encuentran en un entorno muy diferente del que viven sus hermanos árabes palestinos y, como árabes, tienen que soportar una situación de discriminación. Este problema aparece reflejado en sus obras narrativas; autores como ‘AÐallh Manýr, Na‘m ‘Ar×yd, Antón amm×s o Sayyed Kashua han expresado en hebreo todas sus preocupaciones, sus dudas, y han denunciado la discriminación que sufren al ser considerados ciudadanos de segunda clase.



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29/07/2009

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