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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Chanel x Nazismo


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1


Destaque 2

  • Revista Época (08/10/2009): A vida de Chanel: Gabrielle Chanel nasceu em Samur, na França, em 1883. Era filha de um caixeiro viajante e uma empregada doméstica. A mãe dela morreu de tuberculose quando ela era pequena e o pai a abandonou em um colégio interno, mantido por freiras, com mais duas irmãs. Chanel passou a infância e a adolescência nesse orfanato. Fugiu de lá aos 20 anos e começou a trabalhar como costureira em uma loja de enxovais. Fazia bico como cantora em bares na noite quando conheceu um comerciante rico chamado Etienne Balsan, com quem viveu. Foi aí que Chanel entrou para o mundo dos ricos e começou a criar roupas que deram origem à maison que levou seu nome e se transformou, mais tarde, em uma das maiores e mais poderosas marcas de luxo do mundo. Mais do que uma empreendedora, Chanel foi uma revolucionária. Ela libertou as mulheres dos espartilhos e vestidos pesados. Chanel trouxe o conforto para o vestuário feminino. Durante a II Guerra, Chanel foi acusada de colaborar com o nazismo. Segundo sua biógrafa, Edmonde Charles-Roux, Coco tinha inclinações políticas extremamente reacionárias e conservadoras. De acordo com alguns autores, Chanel circulava em altos círculos militares alemães. Ela teria sido chamada para a Operação Modelhut (Modelhut”, em alemão, significa “chapéu da moda”), em que tentava aproximar o primeiro-ministro britânico Winston Churchill do comando alemão. Chanel tinha tido um caso com um inglês chamado Hugh Richard Arthur Grosvenor, o duque de Westminster, próximo de Churchill. Por desempenhar serviços como esse, Chanel prosperou durante a guerra. Há quem diga que o logo “CC” seja uma referência ao logo “SS”, gravado nos uniformes da polícia de Hitler. Por causa disso, fechou a maison e foi morar na Suiça. Quase faliu. Voltou a Paris em 1954, mas o mercado francês não a recebeu tão bem como antes. A grife foi salva pelo mercado americano que, na década de 50, inventou o prêt-à-porter, em que a cópia de uma roupa podia ser reproduzida em escala industrial. Ela morreu em janeiro de 1971.


Destaque 3


Destaque 4

  • Estudos Judaicos: SHOÁH: Organizado pela Profa. Dra. Lisley Nascimento (UFMG) e tendo como colaboradores Berta Waldman, Elcio Cornelsen, Emília Amaral, Luís Krausz, Luiz Nazario, Márcio Seligmann-Silva, Moacyr Scliar, Nancy Rozenchan, Renato Pfeffer e Ricardo Pfeffer. O propósito deste livro organizado pela Profa Lisley Nascimento, ora lançado pela Editora Dnaz, a despeito desse arquivo do mal, é refletir sobre o cinema, a literatura e as artes em geral produzidas sobre a Shoá. Cemitérios judaicos violados. Sinagogas e instituições israelitas alvos de depredação, vandalismo e terrorismo. Livros, filmes, caricaturas; congressos de intelectuais, homens das letras e das artes negando a Shoáh. Grupos de neonazistas e simpatizantes da intolerância em manifestações públicas de ódio. Esse não é o panorama da Alemanha nazista sob o comande de Hitler, mas manchetes que tem lugar na mídia contemporânea. No Brasil, segundo recente pesquisa, 96% da população desconhece o significado da palavra “Holocausto”. No entanto, uma exposição de “caricaturas do Holocausto” (na qual o Brasil ocupou o terceiro lugar em colaborações), além de um congresso mundial de revisionistas, em pleno século XXI,reeditam campanhas de intolerância e racismo. Negacionistas tem encontrado, assim, um solo fértil para a proliferação de suas idéias. Uma vasta literatura de desinformação, que já chegou ao cinema, ao vídeo, à Internet tem sido produzida e disseminada. Velhos pesquisadores nostálgicos do nazismo e jovens militantes neonazistas trabalham, à décadas, na construção de uma maciça propaganda intitulada revisionismo. Deste modo, filmes, romances, contos e caricaturas em todas as mídias, compõe um ”arquivo do mal” e objetivam desconstruir testemunhos, biografias, depoimentos, fotografias e todos os estudos compreendidos pós-Shoáh. Como uma espécie de “ovo da serpente“ que gera, em nossos dias, seus filhotes, o revisionismo, o negacionismo, e a onda neonazista intentam obliterar a memória e o testemunho de sobreviventes que, a despeito de contínuo dilacerar da rememoração, contam suas histórias.



FSP (08/10/2009)

  • Relatório Goldstone: Palestino vê erro na anuência em adiar debate sobre Gaza: O apoio ao adiamento da votação, no Conselho de Direitos Humanos da ONU, do relatório que acusa Israel e Hamas de crimes de guerra no conflito na faixa de Gaza foi "um erro", admitiu ontem um auxiliar do presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas. A decisão, tomada há uma semana, postergou por seis meses a votação, que poderia remeter o texto ao Conselho de Segurança da ONU, e motivou duras críticas a Abbas na faixa de Gaza -controlada pelo Hamas- e na Cisjordânia -governada pela ANP. "O que ocorreu foi um erro, mas que pode ser reparado", afirmou Abed Rabbo. "Nós temos a coragem de admitir que houve um erro." O relatório da ONU, baseado em investigações lideradas pelo juiz sul-africano judeu Richard Goldstone, acusa Israel de uso desproporcional de força na ofensiva militar em Gaza em dezembro e janeiro últimos e de ter como alvo toda a população local, em vez de apenas o grupo radical palestino Hamas -também criticado no texto. O conflito na região deixou 1.400 palestinos, na maioria civis, e 13 israelenses mortos. O apoio ao adiamento por Abbas foi atribuído a intensas pressões de bastidores dos EUA, para quem uma eventual remissão do relatório ao CS poderia minar os esforços para o restabelecimento das negociações de paz entre Israel e palestinos. Além da série de protestos contra o presidente da ANP, a decisão motivou o Hamas a pedir ontem o adiamento de uma reunião entre o grupo e o Fatah -partido de Abbas- marcada para o próximo dia 25 como mais um passo das negociações pela reconciliação, mediadas pelo Egito. Em recuo, a ANP apoiou pedido da Líbia por reunião de emergência no CS para discutir o texto. O pedido foi aceito ontem, e a discussão ocorrerá em uma semana.


FSP online (08/10/2009)


Estadão (08/10/2009)


JB (08/10/2009)


CB (08/10/2009)


Terra (08/10/2009)


G1 (08/10/2009)


Último Segundo (08/10/2009)


Uol Internacional / Mídia Global (08/10/2009)


Deutsche Welle (07/10/2009)


Aurora Digital (Israel)


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