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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 26 de dezembro de 2009

Natal em Belém (5)


Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Jornal Nacional (25/12/2009)


Violência na Terra Santa não tem trégua no Natal: Nesta sexta-feira, em Jerusalém, foi enterrado o rabino assassinado na última quinta-feira por pistoleiros.


Na Terra Santa, o Natal foi comemorado com a Missa do Galo na cidade de Belém. Mas o correspondente Ari Peixoto mostra que não houve trégua na violência.


Na Praça da Manjedoura, tocou hip-hop para aquecer os corações na noite de Natal, mas nem precisava, porque a temperatura, na faixa dos 18ºC, foi a mais alta dos últimos cinco natais. Para a felicidade de um turista canadense, que nesta época, em seu país, anda com neve na altura do joelho.


Perto da meia-noite, o que se ouvia era o espírito de Natal na voz dos fiéis. Na igreja de Santa Catarina, o patriarca católico Fuad Twal celebrou a Missa do Galo, com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, sentado na primeira fila.


Twal se disse preocupado com a situação dos moradores da Faixa de Gaza, um ano depois da ofensiva israelense. Segundo ele, a Terra Santa só vai merecer este nome quando respirar liberdade, justiça, amor, reconciliação, paz e segurança. O patriarca pediu a israelenses e palestinos que deixem de se tratar como inimigos, um desejo que parece longe de se realizar, por enquanto.


Nesta sexta-feira, em Jerusalém, foi enterrado o rabino assassinado na última quinta-feira por pistoleiros, enquanto dirigia seu carro em uma estrada da Cisjordânia. A brigada dos mártires de Al-Aqsa e a Jihad islâmica assumiram o ataque.


As forças de segurança palestinas já prenderam 150 suspeitos do crime. As forças armadas e o serviço secreto israelenses também estão investigando o que está sendo considerado um ataque terrorista.


O conselho dos assentamentos judaicos na Cisjordânia responsabilizou o primeiro-ministro Beniamim Netanyahu pela retirada de barreiras militares na região onde ocorreu a morte, o que facilitaria a ação e a fuga dos supostos terroristas.


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