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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 6 de fevereiro de 2010

A questão do Golã e o inócuo ataque verbal do chanceler de Israel ao regime sírio

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1


Destaque 2

  • Innovation and neologism in modern Hebrew (Yig'al Yannai): A hundred years have passed since the arrival of Eliezer Ben-Yehuda to the Holy Land, promulgating the notion that the Holy Tongue should be the everyday language of the Jews in the Land of Israel. Hebrew has gained broad acceptance during this century as the national language of Israel's polyglot immigrant population. Millions speak this language in Israel, among them myriads of non-Jews, and thousands outside Israel speak it in everyday usage. >>> Leia mais, clique aqui.


O Globo (06/02/2010)


FSP (06/02/2010)


FSP online (06/02/2010)


Estadão (06/02/2010)

  • ISRAEL - Notícias, Fotos e Vídeos sobre Israel
  • Irã diz que acordo para enriquecer urânio no exterior 'está próximo'
  • Amorim nega que Brasil receberá minério iraniano
  • Brasil confirma envio de técnicos
  • Gustavo Chacra (05/02/2010): A questão do Golã e o inócuo ataque verbal do chanceler de Israel ao regime sírio: As colinas do Golã eram da Síria quando o país se tornou independente nos anos 1940. Em 1967, depois de uma guerra, Israel ocupou o território alegando questões de segurança. Voltaram a ocorrer confrontos na guerra de 1973. Nos 37 anos seguintes, a região ficou calma, sem o registro de nenhum ataque, graças a um cessar-fogo negociado por Henry Kissinger. Nem mesmo durante a guerra civil libanesa ocorreram combates. Nos anos 1980, as colinas foram anexadas por Israel em ato considerado ilegal pelas Nações Unidas e não reconhecido por nenhum outro país do mundo, o que inclui os Estados Unidos. Os israelenses ainda utilizam o argumento da segurança para justificar a ocupação. Porém construíram estações de esqui e trilhas para caminhada, chegando a fazer propaganda em revistas americanas. O comandante da UNDOF (forças de paz no Golã) me disse, quando visitei as colinas em sua companhia em 2008, que Israel não precisa ocupar as colinas para garantir a sua segurança. Na verdade, segundo ele, a região é estratégica pela grande quantidade de água, em falta tanto em Israel como na Síria. >>> Leia mais, clique aqui.


Terra (06/02/2010)


G1 (06/02/2010)


Último Segundo (06/02/2010)


BBC Brasil (06/02/2010)


Aurora Digital (06/02/2010)


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