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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 13 de março de 2010

''Ahmadinejad não é Hitler'', diz Lula a jornal israelense

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque

  • Abraham B. Yehoshua confirma sua presença na FLIP 2010: O escritor israelense A. B Yehoshua é o segundo nome da Companhia das Letras a confirmar a participação na Festa Literária Internacional de Paraty, que acontece de 4 a 8 de agosto. Yehoshua nasceu em Jerusalém, em 1936, na quinta geração de uma família de judeus sefarditas que se radicara na cidade muito antes da criação do Estado de Israel. Já recebeu diversos prêmios internacionais, incluindo o de melhor romance do ano no Reino Unido, em 1992, por Mr. Mani, e o prêmio Viareggio, em 2005, na Itália, pelo conjunto da obra. Dele, publicamos A mulher de Jerusalém, A noiva libertada, Shiva e Viagem ao fim do milênio. O próximo será o romance Fogo amigo, previsto para o mês de junho.


O Globo (13/03/2010)

  • Fronteiras fechadas ao diálogo: Lula chega a Israel e Cisjordânia em plena crise que ameaça negociações
  • Profeta fora de sua própria terra: Presidente diz ter chamado atenção de Ahmadinejad e prega entendimento
  • Caderno prosa e Verso: A escrita dos prisioneiros: Arquivos secretos dos judeus registram o dia a dia do Gueto de Varsóvia: Quem escreverá nossa história? Os arquivos secretos do Gueto de Varsóvia, de Samuel D. Kassow. Tradução de Denise Bottmann. Editora Companhia das Letras: Em 1940, em meio à miséria do gueto de Varsóvia, o professor de história Emanuel Ringelblum criou a Oyneg Shabes [Alegria do Sábado], uma organização secreta cujo objetivo era estudar e documentar todos os aspectos da vida dos judeus confinados. Ele contatou cerca de sessenta pessoas para pesquisar e escrever sobre temas tão variados quanto o funcionamento das cozinhas que forneciam sopas, a visão que as pessoas tinham do futuro, a colaboração da polícia judaica com os nazistas, os esquemas de economia clandestina, as relações entre judeus e poloneses. No arquivo, coletaram papéis de balas, cartões de racionamento, convites para concertos e palestras, desenhos, fotos, cartazes de teatro, canções de rua, cartazes alemães que prometiam pão e marmelada para quem se apresentasse voluntariamente para a deportação, e cartazes judeus que conclamavam à resistência armada. Nos últimos dias do gueto, os documentos do arquivo, guardados em latas, foram enterrados. A história geral é terrível e conhecida: dos 450 mil judeus amontoados nos quatro quilômetros quadrados do gueto em 1940, mais de 80 mil morreram de fome nos dois primeiros anos, 300 mil foram mandados para os campos de extermínio em meados de 1942 e os restantes 60 mil, mortos ou deportados depois do levante do início de 1943. Dos cerca de sessenta colaboradores do arquivo Oyneg Shabes, apenas três sobreviveram e depois da guerra ajudaram a desenterrar o arquivo dos escombros. >>> Leia um trecho em pdf


FSP (13/03/2010)

  • Clóvis Rossi: Lula pisa campo minado em Israel: JERUSALÉM - AO desembarcar amanhã à noite em Tel Aviv, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tornar-se-á o primeiro chefe de Estado brasileiro a visitar Israel em exatos 150 anos (o anterior foi dom Pedro 2º). Pena que a efeméride venha acompanhada de uma divergência já contratada: "Sabemos que a posição do governo brasileiro sobre o Irã não coincide com a nossa", admite Dorit Shavit, a responsável por América Latina no Ministério de Assuntos Exteriores israelense. O fundo da divergência é assim resumido por ela: "O governo brasileiro fala em engajamento, e nós sabemos que só sanções podem evitar que o Irã desenvolva a bomba". Não se trata de um desacordo menor, desses que são comuns mesmo entre países com bom relacionamento entre si. Do ponto de vista do governo e da sociedade israelenses, é uma questão vital. As notórias e públicas ameaças do regime iraniano de varrer Israel do mapa poderiam passar de bravata a uma possibilidade real se o Irã tiver a bomba. Por isso, explica-se o fato de Israel estar sendo quase tão ativo quanto os Estados Unidos na tentativa de convencer a comunidade internacional de que, "quanto mais fortes forem as sanções, mais provável será forçar o regime iraniano a escolher entre avançar seu programa nuclear ou tratar de sua própria permanência no futuro", como diz o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu. Israel despachou, nos últimos meses, delegações diplomáticas para, entre outros países, o Brasil e a China. Os chineses são o maior obstáculo para as "fortes sanções" desejadas, porque têm poder de veto no Conselho de Segurança. Para convencê-los, seria importante que países que também são contra sanções mas não têm poder de veto as apoiassem, casos de Brasil, Líbano e Turquia. Netanyahu certamente voltará a conversar com Lula sobre o assunto, mas parece impossível que o governante brasileiro altere a sua posição, reiterada tantas vezes, de que não é conveniente "colocar o Irã contra a parede". Outro território minado na visita é do processo de paz entre Israel e palestinos, em que o Brasil tem a declarada intenção de exercer um papel. Mas não é uma questão que se coloque agora, dado que o processo de paz está estancado, e seu mais recente sopro de vida cessou na antevéspera da chegada de Lula. De todo modo, o processo de paz estará no cardápio de Lula, como está de qualquer visitante a Israel e aos territórios palestinos. E tende a ser outro ponto de atrito entre o brasileiro e seus anfitriões israelenses, mesmo que Lula pretenda manter uma posição equilibrada entre os lados em conflito. Afinal, "os palestinos nada mais têm a oferecer neste estágio; estão sem um Estado e enfrentando duras realidades econômicas e sociais devido à continuação da ocupação israelense", como diz Mohamed Elmenshawy, editor-chefe da "Arab Insight", publicação de análises sobre Oriente Médio produzida pelo World Security Institute, baseado em Washington. É puro sentido comum e, portanto, Lula pode repetir essa avaliação tanto em Israel como nos territórios palestinos. Se não o fizer, perde crédito com os palestinos. Se o fizer, Netanyahu discordará com certeza.
  • Tensão cresce, e Israel veda acesso palestino
  • Lula firma acordo econômico antes de ida ao país: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia amanhã seu giro pelo Oriente Médio com uma boa notícia para Israel, na área econômica, mas com um discurso que deve desagradar os governantes israelenses. O acordo de livre comércio entre o Mercosul e o país entrará em vigor para o Brasil no dia 4 de abril. Lula assinou o documento em janeiro, mas só na semana passada "depositou" sua concordância com o começo de relações comerciais entre Mercosul e Israel, no Paraguai (depositário das ratificações feitas pelos países do bloco). O Uruguai foi o primeiro a aderir ao acordo, no ano passado. Ainda faltam Paraguai e Argentina assinarem o documento, mas isso não impede que Brasil e Uruguai mantenham relações comerciais com Israel sob as regras do Mercosul. Segundo o Itamaraty, o intercâmbio comercial do Brasil com Israel saltou de US$ 440 milhões, em 2002, para US$ 1,6 bilhão, em 2008 - volume que pode crescer com o novo acordo, o primeiro do Mercosul com um ator extrarregional. Se no plano econômico a relação vai bem, na esfera diplomática as divergências, principalmente sobre o Irã, devem se manter com a viagem, a julgar por entrevista dada por Lula ao jornal israelense "Haaretz". Embora tenha dito aos jornalistas que advertiu o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad de que não insistisse em negar a ocorrência do Holocausto, Lula insistiu no diálogo como caminho para dissuadir Teerã de tentar obter a bomba nuclear, posição radicalmente oposta à de Israel, que prega duras sanções contra o país. "[Quem sai] comparando Hitler ao Ahmadinejad, ao Irã de hoje, está tendo o mesmo comportamento radical que acha que o Irã tem. Então, uma pessoa que age assim não está contribuindo em nada para o processo de paz que queremos construir para o futuro. Não é possível fazer política com ódio e com ressentimento. Quem quiser fazer política com ódio, com ressentimento, saia da política, porque senão será um péssimo governante", chegou a dizer Lula, questionado se pregaria o diálogo também com Adolf Hitler nos anos 30. Lula defendeu a entrada do Brasil nas negociações de paz no Oriente Médio. "Tenho conversado com os presidentes dos principais países do mundo, sobretudo os que fazem parte do Conselho de Segurança da ONU, e sinto que todos desejam construir o processo de paz no Oriente Médio. Mas eu sinto, também, que os interlocutores já estão um pouco desgastados na negociação. E me pergunto se não é necessário encontrar outros interlocutores."


FSP online (13/03/2010)


Estadão (13/03/2010)


JB (13/03/2010)


ZH (13/03/2010)


CB (13/03/2010)


GP (13/03/2010)


Paraná online (13/03/2010)


Terra (13/03/2010)


G1 (13/03/2010)


Último Segundo (13/03/2010)


Uol Internacional / Mídia Global (13/03/2010)

  • FT: Briga entre Israel e EUA reforça imagem de um Obama fraco: No início deste ano, Barack Obama reconheceu que superestimou seus poderes de persuasão com os israelenses e palestinos. “Se tivéssemos antecipado alguns desses problemas políticos em ambos os lados, nós não teríamos elevado tanto as expectativas”, disse o presidente para a revista “Time”. De forma premeditada ou não, nesta semana o governo de Benjamin Netanyahu puxou o tapete de sob os pés de Obama antes que Washington pudesse lançar seu segundo esforço, mais cuidadosamente pensado, para reviver o processo de paz entre árabes e israelenses. Ao anunciar o início das obras de 1.600 novos imóveis residenciais na Jerusalém Oriental ocupada enquanto Joe Biden, o vice-presidente, passava pelo país em uma ofensiva de charme, Israel praticamente assegurou que as chamadas “conversações de proximidade” seriam natimortas. O incidente, que Netanyahu afastou como sendo um problema de timing, não de substância, causou algo próximo de desespero entre aqueles que apóiam Obama. A impressão de que o presidente americano pode ser intimidado tanto em casa quanto no exterior parece estar ficando mais forte a cada semana. “O fato de Israel fazer isso é quase impressionante, dado tudo o que já se passou”, disse Strobe Talbott, presidente da Instituição Brookings e vice-secretário de Estado no governo Clinton, ao “Financial Times”. >>> Leia mais, clique aqui.
  • EP: EUA aprofundam ofensiva no sul do Afeganistão


Aurora Digital (13/03/2010)


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