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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 30 de março de 2010

O Irã a e ridícula política externa brasileira

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1


Destaque 2

  • Revista IHU online (edição 323, em 29/03/2010): Abrão Slavutzky: O Holocausto e o dever da memória: Analisando o Holocausto e suas conexões com a vingança, o Mal em si, a memória e vingança, o psicanalista Abrão Slavutzky pontua que “a humanidade é mais louca do que conseguimos imaginar, porque, na verdade, o hommo não é só sapiens, mas é hommo demens também”. Segundo ele, preferimos falar que a crueldade é desumana, porque nos choca compreendê-la como um fenômeno humano. “Já a vitimização é a expressão do masoquismo, é a valorização do sofrimento, logo uma expressão da pulsão de morte. Quando se dramatizam as dores, o sentimento de vítimas, se cai numa atitude passiva diante do destino, diante do outro. O desafio é sair deste lugar para uma atitude ativa de luta por um espaço independente, um espaço construtivo”, pontua. Por outro lado, Slavutzky assinala que é fundamental mantermos a memória, aquela “obrigação bíblica de não esquecer”. Tecendo relações entre a fé e o processo de perdão e superação do Mal, afirma: “A fé deveria ser pensada não só como uma questão religiosa, mas como uma necessidade do ser humano de manter a ilusão”, fantasia que alivia a dor, ainda que não resolva a questão existencial. E conclui: “Depois do que ocorreu, como se pode sustentar que o homem foi feito à imagem e à semelhança divina, como consta na Bíblia? O problema da identidade judaica e alemã mudou com o nazismo, mas também a imagem que se fazia do ser humano”. As ideias fazem parte da entrevista, a seguir, concedida, por e-mail, à IHU On-Line. Abrão Slavutzky é psicanalista e médico psiquiatra com formação em Buenos Aires. Graduou-se em medicina em 1971, na Fundação Católica de Medicina do Rio Grande do Sul. Desde 2001, é colaborador do jornal Zero Hora e de diversas revistas. Entre outros, é autor de Quem pensas tu que eu sou? (São Leopoldo: Unisinos, 2009) e Psicanálise e cultura (Rio de Janeiro: Vozes, 1983). Alguns dos livros que organizou são O Dever da Memória- O Levante do Gueto de Varsóvia (Porto Alegre: AGE, 2003) e A paixão de ser – depoimentos e ensaios sobre a identidade judaica (Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1998). Confira a entrevista.
  • Revista IHU online (edição 323, em 29/03/2010): Alfredo Jerusalinsky: Doze perguntas sobre o inferno: “Nem Deus consegue perdoar o Diabo”, responde o psicanalista argentino Alfredo Jerusalinsky quando questionado sobre as relações entre o Mal, a vingança e a memória no caso da ditadura da Argentina. Para ele, “o único modo de apagar o desejo de vingança é que desapareça por completo qualquer vestígio do sistema de poder que causou e legitimou esses crimes, que o povo que foi cúmplice castigue e repudie definitivamente seus autores, e não mais os mantenha sob uma auréola de heróis injustiçados, acaçapados na espera de uma brecha para ocupar novamente algum lugar na história”. O mínimo que devemos é manter viva a memória de quem sucumbiu sob a bota da ditadura. Vivendo no Brasil em busca de ares de liberdade, e ao vivenciar a perseguição e morte de inúmeros intelectuais, seus companheiros, ele desabafa: “Quando passo por um café de Buenos Aires, vejo meus amigos que não estão sentados aí. Quando me convidam a dar uma aula na Universidade de Buenos Aires, de repente, encontro-me com um sobrevivente ou com um exilado que retornou, nos abraçamos, olhamos em volta e vemos que os jovens estão esperando que comecemos a dar nossa aula. Começamos a falar para os jovens, e, sem que eles o saibam, também falamos para essa geração (a nossa) ausente e congelada no meio da sala como um puro fantasma”. Em seu ponto de vista, só se pode falar em um “esfriamento”, e não em uma reconciliação nacional: “O que ocorre é que as pessoas que passaram por isso, e sobreviveram, inevitavelmente morrerão. E, sem dúvida, os sentimentos dos mortos são bem mais frios que os dos vivos”. Na entrevista concedida com exclusividade à IHU On-Line, por e-mail, Jerusalinsky debate, também, a profusão de filmes que retratam os horrores das ditaduras e do Holocausto. “Os filmes, como os livros, podem mostrar a realidade sem realizá-la”. Jerusalinsky é psicanalista, mestre em psicologia clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS, e doutor em Educação e Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo - USP. Mora no Brasil desde 1977. Além disso, é membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre e da Association Lacaniènne Internationale. De sua vasta bibliografia, destacamos La formación del psicoanalista (Buenos Aires: Editora Nueva Visión, 1989), Psicanálise e desenvolvimento infantil (2. ed. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1998), Para entender al niño, claves psicoanalíticas (Quito: Ediciones ABYA-YALA, 2003) e Quem fala na língua?: sobre as psicopatologias da fala (Bahia: Ágalma, 2004). Confira a entrevista.


Destaque 3


Reinaldo Azevedo (30/03/2010)


FSP online (30/01/2010)


Estadão (30/01/2010)


CB (30/01/2010)


GP (30/01/2010)


Paraná online (30/01/2010)


Terra (30/01/2010)


G1 (30/01/2010)


Último Segundo (30/01/2010)


Uol Internacional / Mídia Global (30/01/2010)


IHU (30/01/2010)

  • ''A ciência não pode negar nem provar a existência de Deus'': As discussões sobre a existência de Deus não são científicas, a não ser entre interpretações de filosofias religiosas ou ateias, disse o professor de filosofia da Universidade Pontifícia de Cracóvia, o sacerdote polonês Michael Heller, que em 2008 recebeu o prêmio Templeton, o de maior valor econômico do mundo. A reportagem é da agência Efe, 29-03-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Michael Heller afirmou durante uma entrevista que a ciência não pode negar a existência de Deus porque simplesmente tem um método que se baseia na análise matemática e na experimentação e acrescentou que, matematicamente, não se pode provar a existência de Deus, "e muito menos empiricamente". A ciência também não pode negar a existência de Deus, afirmou o também cosmólogo, que explicou que o certo é que a ciência pode ser interpretada de acordo com uma filosofia religiosa ou ateia, e é nesse âmbito que se produzem as discussões. Discussões que, continuou Michael Heller, ocorrem sempre entre interpretações, entre pontos de vista e não tanto no âmbito da ciência, que é, insistiu, neutra com relação à existência de Deus. >>> Leia mais, clique aqui.


Aurora Digital (30/01/2010)


BBC Brasil (29/03/2010)


Carta Maior (28/03/2010)


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29/03/2010

28/03/2010

27/03/2010



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