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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 19 de março de 2010

Oriente Médio: Há espaço para a "intrusão" do Brasil?

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque


O Globo (19/03/2010)

  • Lula inclui a Síria no xadrez: Estratégia é usar elos com atores problemáticos para mediar paz no Oriente Médio: O Uma nova estratégia foi montada ontem pelo Brasil, às pressas, com o objetivo de preparar o terreno para a retomada das negociações em torno de um acordo de paz entre Israel e Autoridade Nacional Palestina (ANP). Na tentativa de ocupar o espaço causado pela ausência de um mediador capaz de promover o entendimento entre as partes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, a Damasco, onde foi recebido pelo presidente da Síria, Bashar al-Assad. A ideia é aproveitar as boas relações do Brasil com atores tidos como problemáticos e que não enxergam os Estados Unidos e parte da União Europeia como interlocutores, incluindo o Irã e o grupo islâmico Hamas, para garantir que as conversas sejam relançadas em um ambiente seguro e sem a adoção de imposições que dificultem o diálogo. A viagem de Amorim à Síria — que não tem relações com Israel e foi classificada pelos EUA como um dos países do “eixo do mal” — foi anunciada quando Lula se reunia com o premier da Jordânia, Samir Rifai. Nos bastidores, a informação é de que a conversa com os sírios teria sido sugerida pelo premier israelense, Benjamin Netanyahu, na segunda-feira. No governo, não se descarta o risco de, na retomada das negociações entre Israel e palestinos, a Síria reivindicar de volta as colinas de Golã, anexadas por Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967. O presidente sírio visitará o Brasil em abril.


O Globo online (19/03/2010)


FSP (19/03/2010)

  • Brasil estende seu giro diplomático à Síria
  • Reator russo no Irã opõe país aos EUA
  • Análise: Há espaço para a "intrusão" do Brasil?: A certo ponto da reunião de ontem da comitiva brasileira com o príncipe Hassan ibn Talal, tio do rei Abdullah 2º, da Jordânia, e com o chanceler Nasser Judeh, os próprios brasileiros trouxeram ao diálogo uma dúvida que é recorrente no Brasil, fora do governo: disseram que às vezes sentem-se como "intrusos" no processo de paz no Oriente Médio. "É o tipo da intrusão que queremos", responderam os dois jordanianos. Resposta tranquilizadora para a ânsia com que o presidente Lula busca tornar-se parte do processo. Mera cortesia dos anfitriões, como de resto já havia acontecido em Israel e na Palestina, ou possibilidade real de participação? Não há resposta definitiva por enquanto. Até porque o assessor diplomático de Lula, Marco Aurélio Garcia, deixa claro que só lá pelo meio do ano é que se terá uma visão algo mais clara de que participação o Brasil poderá ter e, assim mesmo, no futuro. Dificilmente será no governo Lula, aliás. De todo modo, Marco Aurélio tem uma análise que é igual à que se faz em boa parte do mundo rico: "A crise dos grandes atores internacionais permite a emergência dos outros". O chanceler Celso Amorim também adota um grau de realismo sobre o papel do Brasil que o voluntarismo do presidente às vezes sobredimensiona. Diz que o papel do Brasil "não é o de vir com uma fórmula pronta" para resolver o conflito, mas o de contribuir com o que chama de "um novo olhar sobre o problema". "O ator fundamental continua sendo os Estados Unidos, mas tudo o que diz Washington desperta uma dada reação, ao passo que o Brasil não entra com uma bagagem de interesses estratégicos, militares e econômicos apenas para tentar melhorá-la", diz Amorim. Marco Aurélio reforça o realismo quando é lembrado pela Folha que, antes de sentar novos atores à mesa de negociações, como seria o Brasil, é preciso haver a mesa, o que não existe hoje. "Tem coisas que não dominamos", admite. Mas o Brasil não busca protagonismo apenas pela nobreza da causa da paz. "Não somos nem a Cruz Vermelha nem a Legião da Boa Vontade", ironiza Marco Aurélio. O Brasil quer igualmente fazer negócios, expandir seu comércio, ter suas empresas atuando globalmente, o que significa presença também no Oriente Médio, o que hoje é complicado pela instabilidade. "Não nos interessa uma situação degradada, que ameaça a paz internacional", fecha o assessor da Presidência. CLÓVIS ROSSI)
  • Foguete de Gaza causa morte em Israel


FSP online (19/03/2010)


Estadão (19/03/2010)


JB online (19/03/2010)


ZH (19/03/2010)


CB (19/03/2010)


GP (19/03/2010)


G1 (19/03/2010)


Último Segundo (19/03/2010)


Uol Internacional / Mídia Global (19/03/2010)


Aurora Digital (19/03/2010)


BBC Brasil (18 e 19/00/2010)


Zwinglius Redivivus (18/03/2010)


Jornal da Globo (18/03/2010)


Em Cima da Hora (18/03/2010)


Carta Maior (16/03/2010)


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