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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quarta-feira, 17 de março de 2010

Benjamin Netanyahu ignora a atual proximidade entre judeus e árabes

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1


Destaque 2


Destaque 3


O Globo (17/03/2010)


FSP (17/03/2010)

  • Brasil critica Israel por assentamentos
  • "Nunca mais, nunca mais", diz Lula em Museu do Holocausto: De quipá negro à cabeça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva percorreu ontem o Yad Vashem, o Museu do Holocausto em Jerusalém, após o que fez enfática defesa da democracia e dos direitos humanos: "Aqueles que lutam pelos direitos humanos não podem de forma alguma permitir que se repita algo como o Holocausto". Fechou com uma espécie de prece: "Nunca mais, nunca mais, nunca mais". Lula disse também que "a visita ao Museu do Holocausto deveria ser quase obrigatória para todos os que querem dirigir uma nação". entro de dois meses exatos, Lula estará no Irã, que é governado por Mahmoud Ahmadinejad, que nega a existência do Holocausto e, no fim de semana, voltou a dizer que pretende "aniquilar" os judeus. Foi precisamente o que fizeram os nazistas na Europa a partir de 1933, quando Adolf Hitler subiu ao poder na Alemanha. Ao terminar, 12 anos depois, a 2ª Guerra Mundial, 6 milhões de judeus haviam sido aniquilados. O Yad Vashem, que deu a Lula a visão "do que pode acontecer quando a irracionalidade toma conta do ser humano", em suas palavras, acolhe 3 milhões de nomes das vítimas, aqueles que foi possível recuperar. Os demais 3 milhões são de famílias e até comunidades inteiras aniquiladas, sem que tivesse sobrado alguém para contar as suas histórias. Lula terminou a visita no Hall da Memória, em cujo solo estão os nomes de 22 campos de concentração. Avivou a chama eterna, sob a qual estão as cinzas de vítimas dos campos. Durante o percurso, o presidente brasileiro comentou com o guia que as duas grandes tragédias da humanidade haviam sido o Holocausto e a escravidão. O guia retrucou que a escravidão pelo menos passara, ao passo que os judeus ainda se sentem ameaçados, no que parece ser uma alusão velada àqueles que pregam a sua "aniquilação". (CLÓVIS ROSSI)
  • Memória: Brasileiro não criticou Irã por negacionismo: Veemente ao condenar o Holocausto ontem em Israel, o presidente Lula afirmou no ano passado que a negação, pelo iraniano Mahmoud Ahmadinejad, do extermínio de judeus durante a Segunda Guerra "é problema dele". Após o encontro paralelo à Assembleia Geral da ONU, em setembro, Lula ressalvou que continuaria dizendo que o Holocausto ocorreu, mas que o negacionismo do Irã não interfere nos laços Brasil-Irã. Um dia depois, porém, o assessor diplomático do brasileiro, Marco Aurélio Garcia, afirmou que Lula transmitiu em privado ao colega iraniano a mensagem de que negar o Holocausto é "um erro muito grave" que compromete a imagem do Irã no mundo.
    Em dia de violência, EUA cancelam viagem a Israel
    Iraque: Governistas perdem liderança em eleições e apontam fraude
  • José Simão: Palestina! Lula provoca turco-circuito!


FSP online (17/03/2010)


Estadão (17/03/2010)


JB (17/03/2010)

  • Lula reforça apoio à causa palestina - Pág. 1
  • Lula reforça apoio à causa palestina - Pág. 19
  • Rabino quer marcar encontro com Ahmadinejad - Pág. 19
  • Conflitos entre palestinos e israelenses se agravam - Pág. 20
  • Israel: Gafe de Lula - Pág. 20: Gilson Caroni Filho – SOCIÓLOGO. O “incidente diplomático” provocado pela decisão de não incluir na agenda presidencial do presidente Lula uma visita ao túmulo do criador do movimento sionista precisa ser visto na exata dimensão de seu significado político. E não há dúvidas quanto ao acerto da recusa a um convite feito de última hora. Afinal, o que propõe o sionismo e quais suas implicações para a paz na região conflagrada? A premissa de Theodor Herzl é que os judeus não podem se fiar na “opinião pública mundial” ou na “comunidade das nações”, que sempre assistiram impassíveis às incontáveis perseguições sofridas pelo povo judeu através dos séculos. Os judeus teriam que assegurar sua sobrevivência, como povo e como indivíduos, por seus próprios meios. O que só seria possível com o estabelecimento de seu Estado nacional soberano, para o que Herzl indica a Palestina (então sob domínio turco), local do último Reino de Israel. É bom lembrar que Herzl foi um ativo militante do movimento sionista na Europa, além de conduzir negociações com a Turquia e o Egito. A ideologia territoralista é excludente. Em momento algum ele advoga pública e explicitamente o extermínio ou a expulsão violenta dos palestinos não-judeus. Mas deixa claro, em seus diários, que eles deveriam ser “persuadidos a se retirarem” por meios econômicos, como o confisco de suas terras e outras propriedades, e a recusa em lhes dar emprego. Ou seja, em instância final, Israel deveria ser o lar exclusivamente dos judeus – e inclusiva e idealmente de todos os judeus do mundo, que só ali teriam assegurada sua sobrevivência. Herzl tampouco define fronteiras específicas para o Estado judeu, referindo-se genericamente à “Palestina”. Mas, da mesma forma, antevê o caráter necessariamente expansionista de tal Estado, até mesmo para acomodar a desejada imigração em massa. É significativo que, nos documentos oficiais do governo Israelense, o território de Israel engloba hoje toda a Palestina, Gaza, Cisjordânia e Golan incluídas. Embora haja quem afirme que “a origem do Estado de Israel não está na religião”, é óbvio que as propostas de Herzl estão imbuídas da visão toráica de “povo escolhido” (à exclusão de todos os demais) e de “destino manifesto” – de resto não diferentes da professada pelos proponentes do PNAC, Plano para um Novo Século Americano, que norteou o “bushismo” nos Estados Unidos – a começar pela escolha da “Terra Prometida” para lar do Estado de Israel. Mas o discurso herzliano é totalmente laico (o que foi desprezado pela “esquerda sionista”, que acedeu em criar Israel como um Estado confessional, vide a Estrela de David em sua bandeira). E seus objetivos, estritamente materiais: terra e poder. Quer seu criador estivesse consciente delas ou não, as implicações da ideologia sionista são inescapáveis. E o jornalista inglês Daniel Finkelstein as explicita: “Assim, quando se pede a Israel que respeite a opinião mundial e confie na comunidade internacional, não se está compreendendo o ponto fundamental. A própria idéia de Israel é uma rejeição dessa opção. Israel só existe porque os judeus não se sentem seguros como tutelados da opinião mundial.” Daí se depreende inevitavelmente que quaisquer “negociações” ou “acordos” não têm valor para Israel, que os usará se conveniente assim como os ignorará se e quando, a seu exclusivo juízo, for necessário para sua segurança. Finkelstein continua sua explanação sem se dar conta de que explicita o que a propaganda sionista tenta ocultar: “Israel entregará suas armas quando os judeus estiverem em segurança, mas não o fará enquanto não estiverem.” E só a Israel compete dizer se a “segurança” foi alcançada ou não, bem como até onde o Grande Israel terá que se estender até então. Mas o sionismo não recorreu à comunidade internacional, representada pela ONU, para formalizar a partilha da Palestina e a criação do Estado de Israel? Sim, mas por mero oportunismo, valendose da “consciência culpada” dos gentios face ao Holocausto e explorando as tensões geopolíticas entre as antigas potências coloniais européias, Inglaterra (já detentora do “mandato palestino”) e França à frente, Estados Unidos e União Soviética, além da divisão entre os países árabes. E só o fez por constatar que o caminho da violência e do terrorismo não levaria à consecução de seus objetivos. Portanto, por sua própria origem e seu cerne ideológico, o Estado de Israel se definiu como uma nação que despreza a opinião mundial, não reconhece a comunidade internacional e ignora quaisquer decisões colegiadas que não lhe pareçam convenientes.


CB (17/03/2010)


Paraná online (17/03/2010)


Terra (17/03/2010)


G1 (17/03/2010)


Último Segundo (17/03/2010)

  • Mundo
  • Nahum Sirotsky (16/03/2010): Lula foi bem em Israel: O ministro de Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, classificou a visita de Lula de sucesso. Vá entender. Lieberman é aquele que se retirou na segunda-feira da reunião do Knesset (o Parlamento israelense) antes da sessão em homenagem ao presidente brasileiro num gesto de protesto.


Uol Internacional / Mídia Global (17/03/2010)

  • EP: Israel controla 60% da Cisjordânia através de 120 colônias: A política de fatos consumados impede a criação de um Estado palestino. O muro de concreto; os alambrados; as torres de cimento cinza; as estradas segregadas; os controles militares e os caminhos cortados por blocos de granito, barreiras metálicas ou montes de areia desenham a paisagem ondulada da Cisjordânia ocupada, tudo isso coroado pelas belas colônias israelenses e suas casas de telhado vermelho. Quase 43 anos depois da conquista do território, mais de 500 mil colonos o habitam - cerca de 200 mil em Jerusalém Oriental -, inseridos entre 2,5 milhões de palestinos. Povoam 120 assentamentos, muitos deles dispersos, outros agrupados em três grandes blocos: Ariel, Maale Adumim e Gush Etzión. Neste último, bastião do sionismo religioso, nasceu a aventura de uma colonização que dispõe de um maquinário esplendidamente azeitado pelo fanatismo messiânico e o apoio de governos que nunca confrontaram, ou não quiseram, os mais extremistas. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu os considera seus "irmãos". >>> Leia mais, clique aqui.
  • DS: Benjamin Netanyahu ignora a atual proximidade entre judeus e árabes: Raramente em ocasiões anteriores judeus e árabes estiveram tão unidos frente à ameaça iraniana. Mas o governo de Israel está ignorando deliberadamente esta oportunidade histórica de fazer com que o processo de paz progrida. De fato, o governo de Benjamin Netanyahu parece estar satisfeito com a situação atual. Uma das doutrinas fundamentais perenes relativas ao conflito do Oriente Médio afirmava que os elementos de linha dura no governo israelense são os únicos capazes de obter um acordo de paz – os políticos mais brandos seriam muito fracos para conseguir tal resultado. Uma segunda doutrina dizia que os líderes árabes necessitam do conflito para justificarem as suas próprias hesitações e os seus regimes não democráticos. A terceira doutrina postulava: o inimigo do meu inimigo é meu amigo. Com a farsa que está protagonizando neste momento em cima do seu aliado, os Estados Unidos, o governo israelense retirou simultaneamente de cena as três doutrinas, e isto não é uma boa notícia. Primeiro, o ministro israelense do Interior, Eli Yishai, fez de bobo Joe Biden, presidente dos Estados Unidos e um amigo comprovado de Israel, que na semana passada garantiu ao Estado judeu que os Estados Unidos têm um “compromisso absoluto, total, direto com a segurança de Israel”. Como resposta, Yishai garantiu a aprovação de 1.600 novos apartamentos em setores de Jerusalém Oriental reivindicados pelos árabes. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu desculpou-se pelo momento infeliz em que foi feito o anúncio e alegou que não sabia nada a respeito dos 1.600 apartamentos. Dá para acreditar que o primeiro-ministro não estivesse ciente do maior projeto de construção atual na cidade? >>> Leia mais, clique aqui.


BBC Brasil (16/03/2010)


Aurora Digital (17/03/2010)


Jornal da Globo (16/03/2010)


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