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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O Nobel de Obama


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Destaque – Estudos Bíblicos e Judaísmo


Destaque – Estudos Literários

  • Estadão (25/10/2009): Luis S. Krausz (USP): A busca de uma terra prometida: Obra da juventude de Heinrich Heine é metáfora de seu percurso como autor: Heinrich Heine (1797-1856) é o autor da frase célebre, segundo a qual a conversão ao cristianismo era o bilhete de entrada para a cultura europeia. Ele está entre os primeiros da geração de judeus alemães que, sob o impacto dos ideais do Iluminismo, percorreriam a trajetória a partir da segregação dos guetos em direção à Terra Prometida da modernidade europeia. Acreditava nas promessas do liberalismo europeu e, em seu afã de identificar-se com os ideais oitocentistas, dizia ter nascido na passagem para o dia 1º de janeiro de 1800, sendo um dos primeiros homens do século 19. Ao deixar para trás os paradigmas religiosos para orientar-se pela ideia de civilização secular - um dado novo na história do judaísmo europeu -, inaugurou um novo topos existencial e literário, constituído pelo impacto das ideias iluministas, de um lado, e pelo desconforto na sociedade alemã, reticente em aceitar a igualdade dos judeus, de outro. Segundo o historiador da literatura alemã Arthur Eloesser, Heine realizou estudos detalhados sobre a tradição judaica, já que vinha de uma casa em que essas haviam sido relegadas, e os abandonou quando se decidiu pela aquisição do tal "bilhete de entrada". Sua conversão, em 1825, coincide com o abandono do trabalho num de seus textos que mais diretamente dizem respeito ao judaísmo: o fragmento de romance O Rabi de Bacherach, que acaba de ganhar uma excelente tradução para o português, assinada por Marcos Mazzari, acompanhada de notas e complementada com três artigos jornalísticos de Heine sobre o ódio racial. De prosa contagiante, cheia de vivacidade, o livro narra uma trajetória que parte de um gueto medieval em direção a um mundo confuso, onde o cosmopolitismo e a conversão, o individualismo e o livre-arbítrio, a libertação dos velhos dogmas religiosos e o frenesi das grandes cidades funcionam como signos da modernidade oitocentista. >>> Leia mais, clique aqui.


Destaque – Digitação em hebraico


O Globo, Opinião - página 7 (26/10/2009)



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