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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 1 de março de 2010

De skinhead a judeu ortodoxo

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1

  • Trancoso: Investigadora apela a maior estudo das figuras judaicas "que marcaram a Beira Interior": A investigadora Antonieta Garcia apela a um maior estudo das figuras judaicas “que marcaram a região” da Beira Interior, mas cuja influência permanece desconhecida, referiu num encontro sobre o tema. >>> Veja mais sobre Brasil Judaico.
  • Imigração Judaica Sirio-Libanesa no Brasil: Nessa pesquisa procurarei abordar a possibilidade de como um povo, com uma cultura bastante singular pode manter suas tradições e ritos religiosos sem sofrer com a aculturação imposta por uma mudança brusca de seu cotidiano. Além de ser algo que incita a sua resposta, esse trabalho é para mim bastante peculiar, pois o objeto de estudo é relativo a uma visão diferente sobre a história da minha família e todas as dificuldades impostas a esses imigrantes no início do século XX. Não só por ser uma história próxima, mas também uma trajetória de luta, na qual ocorreram vitórias e derrotas. A situação da imigração Síria-Libanesa no Rio e em São Paulo foi bem diferente de outras regiões brasileiras, na qual fatores peculiares impuseram diferenças nessa assimilação. Poderemos ver no estudo que hoje em dia essa parcela da população esta inserida na sociedade brasileira e é detentora de uma riqueza acumulada em poucas gerações no século XX. Sabemos que nem todos tiveram a mesma sorte, contudo, para aqueles que conseguiram, acaba se tornando uma vitória geral para os seus e exemplo para toda uma sociedade. >>> Leia mais, clique aqui. >>> Veja mais sobre Brasil Judaico.


Destaque 2

  • Os nomes do ódio (Roberto Romano): Editora Perspectiva. Descrição: Em Os Nomes do Ódio, Roberto Romano sai mais uma vez a campo, com o desassombro que o tornou um dos mais empenhados combatentes pelas causas da razão, da ética na política e dos direitos humanos na atualidade brasileira. Para denunciar e enfrentar as diferentes formas de racismo, inclusive em sua metástase antissemita, que vem se insinuando e até reaparecendo abertamente em suas formas neonazistas e no pragmatismo despudorado para negar e, se possível, levar aos campos de extermínio os valores do humanismo e da democracia que se acham constantemente sob sua mira a pretexto de supostas “realidades” étnicas, sociais, políticas, morais, artísticas e culturais. Trata-se, pois, neste livro, de um conjunto de penetrantes análises a respeito dos meios e das máscaras insidiosas com que o autoritarismo político, as ideologias excludentes, o dogmatismo religioso e o fanatismo fundamentalista, não poucas vezes servindo-se do poder de infiltração e difusão da comunicação de massa, procuram arrebatar consciências inexperientes e incitar conflitos em nome de pretensos pleitos de estratos, grupos, coletividades e estados, que na verdade apenas semeiam o dissídio, em detrimento daquilo que cada homem e todos os homens têm de mais universal na sua condição de integrantes da humanidade.
  • Memórias e cinzas - Vozes do silêncio (Edelyn Schweidson). Editora Perspectiva. Descrição: Em um momento em que o Brasil reivindica um papel protagônico na política e nas instituições internacionais que corresponda ao seu justo lugar no concerto das nações e a sua crescente relevância nas relações dos países dos vários continentes com este país-continente, e que, para tanto, se propõe a dialogar com todas elas, inclusive com aquelas que se opõem frontalmente à sua índole democrática no plano político, religioso e étnico, parece mais do que oportuno indagar o que pensa o mundo intelectual brasileiro de temas e chagas que estão na ordem do dia e obsedam os espíritos, ainda hoje, decorridos sessenta anos da Segunda Guerra Mundial, como é o Holocausto – o extermínio de milhões de seres humanos pela fúria assassina do nazifascismo. Esta é a atualidade do simpósio que Edelyn Schweidson organizou no Rio de Janeiro e que agora a editora Perspectiva publica sob o título de Memória e Cinzas. Não será exagero dizer que a palavra e o debate de professores, escritores, jornalistas e psicanalistas como Sergio Paulo Rouanet, Márcio Seligmann-Silva, Fabio Landa, Renato Lessa, Paulo Blank, Marylink Kupferberg, Eduardo Vidal, refletem a reação de uma camada formadora de opinião em nosso contexto, diante desses horrendos episódios que, como em tantas outras carnificinas assinaladas na história, marcaram a supostamente adiantadíssima, humaníssima e inteligentíssima era contemporânea. Ainda que não haja nenhuma pretensão de refletir uma unanimidade, e já dizia o velho sábio que toda unanimidade é burra, as análises aqui presentes sugerem, antes de mais nada, “que os filhotes infernais, pit bulls de um novo Holocausto, já deram início à sua temporada de caça”, como tão brilhantemente lembrou Sergio Paulo Rouanet. Mais que uma advertência, o que o leitor encontrará aqui serão as malhas finas de percepções que vão ao vivo dos fatos, dos processos e da memória do que foi a Schoá. Os oradores-ensaístas não se debruçam apenas, ao modo de Jó, sobre este passado inenarrável, mas atentam para o que permaneceu incandescente, sob as cinzas da insanidade devastadora em que seres humanos enjaularam, classificaram e exterminaram seus semelhantes, com a fúria fria de que nenhum animal seria capaz. Este é o percurso que vai das memórias às cinzas nestes textos em que, queremos crer, a voz do povo e, sem dúvida, do espírito brasileiros se fazem ouvir neste livro de levantamento, advertência e protesto.


O Globo (01/03/2010)

Apaixonado por livros desde menino, o empresário José Mindlin dedicou sua vida a formar aquela que se tornou a maior e mais importante biblioteca particular do país. Tanta dedicação transformou o bibliófilo, escritor e acadêmico num símbolo do amor à cultura. Mindlin morreu ontem (28/02/2010), aos 95 anos, em São Paulo.


FSP (01/03/2010)

  • Morre, aos 95, o bibliófilo José Mindlin
  • Empresário dizia desconfiar dos livros de sucesso rápido
  • Repercussão
  • Análise (Moacyr Scliar): Um exemplo inesquecível: José Mindlin foi advogado, jornalista, empresário, secretário de Cultura, membro da Academia Brasileira de Letras, intelectual íntegro e respeitado -títulos não lhe faltavam. Mas quando as pessoas se referiam a ele em geral usavam um único adjetivo: "bibliófilo". Mindlin tornou-se famoso por sua biblioteca particular, tão grande quanto notável: tinha ali verdadeiras preciosidades, obras raras, primeiras edições. Era tão grande o acervo que teve de construir, em sua casa, um outro prédio só para abrigar os livros. Que acabaram ao alcance do público: num gesto de característica generosidade -Mindlin era conhecido pela bondade e pela gentileza, como pude constatar no curto período em que com ele convivi- boa parte dessa biblioteca foi doada à Universidade de São Paulo. Colecionar é coisa que muitas pessoas gostam de fazer, e tudo é colecionável: selos, armas, bijuterias, bibelôs, obras de arte. Mas colecionar livros, a bibliofilia, é algo especial. Que só pôde se disseminar depois que Gutemberg lançou o livro impresso. Antes, os textos estavam em pergaminhos manuscritos; eram raríssimos, em geral ficavam em lugares especiais, como a biblioteca de Alexandria, no Egito, em palácios reais, em mosteiros. Com o livro impresso o texto se popularizou; e o tempo foi dando valor, às vezes extremo valor, às raridades. Entrem em sites de livros usados e vocês constatarão: obras que não são tão raras assim, mas que se encontram esgotadas, alcançam preços bem altos. Imaginem o valor de livros como uma coleção de poemas do grande Petrarca, que Mindlin tinha, um livro com uma significativa peculiaridade: vários dos poemas tinham sido vetados pelos censores da Inquisição, que os haviam coberto com tinta preta -uma tinta que se apagou com o tempo, revelando os belos, e agora vitoriosos, textos. Nesta paixão pelos livros entram vários componentes. Um deles é cultural. Mindlin, brasileiro de nascimento, era filho de judeus ucranianos. Pertencia a um grupo humano que, através da história, ficou conhecido por sua veneração ao texto, coisa que data de milênios. Pequeno povo da Antiguidade, os judeus não legaram ao mundo construções gigantescas, como os egípcios, ou obras de arte, como os gregos; não, sua contribuição foi um livro, mas que livro! A Bíblia foi, e continua a sê-lo, um dos grades textos fundadores da cultura ocidental. Ao lado disso temos o temperamento do bibliófilo. É uma pessoa que ama o livro, este objeto simples, prático, modesto, que fica quieto lá na prateleira, à espera de que um dia nos lembremos de folheá-lo, de consultá-lo, de lê-lo ou de relê-lo. É claro, nem todos os livros são obras de arte, nem todos os livros são bons; a página impressa aceita tudo, bobagens, loucuras, ruminações criminosas. Mas acima de tudo livro é livro, e, como depositário de conhecimento, de emoção, de curiosidades, continua imbatível. Pode ser que os textos eletrônicos veiculados pelo Kindle se imponham pela praticidade; pode ser que no futuro não existam mais acervos como os de José Mindlin. Mas a figura do bibliófilo continuará existindo, porque ela representa o que de melhor tem o ser humano. Mindlin disso foi um exemplo inesquecível.
  • Otan terá mais de 2.000 homens em ex-reduto insurgente afegão
  • Iraque: Premiê admite recorrer a rivais para obter maioria após pleito


FSP online (01/03/2010)


Estadão (01/03/2010)


Terra (01/03/2010)


G1 (01/03/2010)


Último Segundo (01/03/2010)


Uol Internacional / Mídia Global (01/03/2010)

  • HT: De skinhead a judeu ortodoxo: Às vezes, quando Pawel se olha no espelho, ainda é capaz de enxergar um skinhead neonazista retribuindo seu olhar, o homem que costumava ser antes de cobrir sua cabeça raspada com um yarmulke, substituir sua ideologia fascista pela Torá e trocar a violência e o ódio pelo louvor a Deus. “Ainda luto todos os dias para descartar minhas antigas ideias”, diz Pawel, um judeu ultraortodoxo e ex-motorista de caminhão de 33 anos, observando com alguma ironia que teve de parar de odiar os judeus para poder se tornar um. (...) Pawel talvez seja o exemplo mais improvável do atual renascimento judeu na Polônia, no qual centenas de poloneses, a maioria criados como católicos, estão se convertendo ao judaísmo ou descobrindo suas raízes judaicas enterradas há décadas, logo após a 2ª Guerra Mundial. Antes de 1939, a Polônia abrigava mais de três milhões de judeus; mais de 90% deles foram mortos pelos nazistas durante o Holocausto. A maioria dos que sobreviveram emigraram. Entre os menos de 50 mil que permaneceram na Polônia, muitos abandonaram ou esconderam o judaísmo ao longo décadas de opressão comunista durante a qual continuaram os massacres contra judeus. (...) A transformação de Pawel, de skinhead batizado na igreja católica em judeu, começou num bairro frio e cheio de prédios de concreto em Varsóvia nos anos 80. Pawel contou que ele e seus amigos reagiram à uniformidade mordaz do socialismo abraçando o antissemitismo e a ideologia de extrema-direita. Eles raspavam a cabeça, carregavam facas, e cumprimentavam uns aos outros com o gesto de saudação dos nazistas. (...)Pawel disse que gosta do significado e disciplina que o judaísmo ultraortodoxo trouxe para sua vida. Ele reconhece que é atraído por extremos. (...) Embora a Polônia tenha desejado superar sua história de antissemitismo, cultivando laços estreitos com Israel, adotando a música Klezmer e escritores em iídiche como seus tesouros nacionais, e desculpando-se pelas transgressões do passado, Pawel observa que ele continua sendo alvo dos mesmos antissemitas que antes contavam com ele entre seus membros. Ele elogia a nova receptividade que as gerações mais jovens da Polônia têm em relação ao judaísmo, mas diz que alguns, apesar disso, internalizaram o ódio de seus pais. >>> Leia mais, clique aqui.
  • DS: Vítimas do Islã radical - Os mártires modernos do cristianismo


Aurora Digital (01/03/2010)


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