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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 2 de abril de 2010

China, Irã e Brasil, tudo a ver

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1


Destaque 2

  • O Reino de Judá na época de Ezequias a luz das descobertas epigráficas: O presente trabalho expõe o período em que Ezequias exerceu a regência do reino de Judá no final do século 8 a.e.c. até o início do século 7 a.e.c. Para tanto, foram abordados os seguintes temas: a definição da sua época, a explanação das fontes descobertas até a data de elaboração desta dissertação e, ainda, os trechos relevantes da Bíblia. Para subsidiar o estudo sobre a época do rei Ezequias, procurou-se demonstrar suas ações dentro de um cenário político-militar da região do Antigo Oriente. Para isso, foram pesquisadas as atuações de reis vizinhos, incluindo os registros epigráficos por eles deixados. Procurou-se, ainda, apresentar as controvérsias entre a pesquisa bíblica e a arqueológica-epigráfica da época, através de publicações de historiadores estudiosos da Bíblia e arqueólogos, que às vezes concordam e outras divergem a respeito da análise das descobertas. A atual contestação mundial quanto à veracidade da narrativa bíblica como relato histórico confiável do povo de Israel na antiguidade, torna essa pesquisa relevante por trazer ao leitor interessado uma parte do presente debate.


Destaque 3
  • Comitê do Holocausto Brasil (01/04/2010): Sistemas de vigilância dos judeus são contra as leis internacionais
  • Revista Época (01/04/2010): No seio do terrorismo: Esse implante de silicone parece ameaçador? Parece piada mas o assunto é sério. Muito sério. Mulheres estariam sendo recrutadas pela organização terrorista Al-Qaeda para ataques suicidas carregando bombas indetectáveis nos aparelhos de raio-x. São implantes de silicones explosivos. O alerta supostamente saiu de relatórios confidenciais do serviço secreto britânico, o MI5, de acordo com notícia recente do The Sun, um tablóide inglês sensacionalista. A notícia correu mundo. O silicone é um parente distante do carbono. Seu potencial explosivo foi descoberto meio sem querer por um cientista na Universidade San Diego, Califórnia. Combinado com os ingredientes corretos, torna-se um poderoso – e indetectável – explosivo químico. O explosivo letal PETN é inserido no implante de silicone antes de o seio ser costurado. A técnica da cirurgia teria sido aprendida nos hospitais ingleses por médicos colaboradores da AlQaeda. “Mulheres suicidas estão sendo recrutadas pela Al Qaeda para ter os explosivos implantados nos seios com a mesma técnica de cirurgia plástica”, diz o especialista em terrorismo Joseph Farah, entrevistado pelo The Sun. >>> Leia mais, clique aqui.


O Globo (02/04/2010)


FSP (02/04/2010)

  • Cinema - Crítica/ "Pecado da Carne": Estreia do israelense Haim Tabakman levanta bandeira da liberdade sexual
  • Recuo sobre Irã reaproxima China dos EUA
  • Análise Clóvis Rossi: China, Irã e Brasil, tudo a ver: O começo da mudança de posição da China em relação às sanções ao Irã se deve, ao que tudo indica, ao fracasso da mais recente tentativa chinesa (e russa) de convencer o governo iraniano a aceitar o esquema idealizado em outubro, nas negociações entre Teerã e o P5+1 (EUA, Rússia, França, China e Reino Unido, membros permanentes do Conselho de Segurança, mais a Alemanha). A proposta previa que o Irã enviaria seu urânio levemente enriquecido à Rússia e à França. Receberia de volta urânio enriquecido na proporção necessária para uso médico, que os iranianos dizem ser a finalidade de seu programa nuclear. Do ponto de vista ocidental, se dilataria ou se anularia a chance de o Irã conseguir urânio enriquecido na medida necessária para a bomba. A gestão sino-russa foi feita no início do mês passado e de seu malogro diz bem a reação de um diplomata russo não-identificado falando a jornalistas em Moscou: "Há cada vez menos espaço para manobras diplomáticas". Parece razoável supor que o governo chinês tenha chegado a idêntica conclusão, ainda mais se se lembrar que, no fim, a China acabou apoiando os três pacotes anteriores de sanções ao Irã. Convém lembrar também que todos eles foram inócuos como meio de pressionar o regime dos aiatolás a suspender seu programa atômico. Recente relatório apresentado ao Congresso americano mostra, aliás, que, nos últimos dez anos, Washington concedeu mais de US$ 107 bilhões em contratos, empréstimos e outros benefícios a empresas multinacionais do próprio país e do exterior, enquanto continuavam a fazer negócios com o Irã (uma das citadas é a brasileira Petrobras). Para a China, portanto, sanções que não sejam "paralisantes" [da economia iraniana] são aceitáveis. Para os EUA, principais proponentes do endurecimento, no entanto, trata-se de um sinal político altamente positivo, na medida em que mostraria o isolamento do regime iraniano. Brasil - Se confirmada, a mudança de posição chinesa tem implicações diretas para a diplomacia brasileira. Primeiro, porque China e Brasil vinham tendo idêntica posição: ainda há espaço para o diálogo e, portanto, não é o tempo para punições. Segundo porque o diálogo que o Brasil mantém com Teerã (à parte os negócios que são parte essencial da diplomacia moderna) gira exatamente em torno da proposta que os chineses e os russos levaram de novo ao Irã só para vê-la rejeitada. No mais recente encontro de alto nível entre autoridades brasileiras e iranianas, em janeiro, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, discutiu com seu colega Manoucher Mottaki "tempos e quantidades" da troca de urânio iraniano pobremente enriquecido por combustível de enriquecimento suficiente para programas civis. "Tempos" refere-se ao fato de que o Irã desconfia tanto do Ocidente que exige que haja troca imediata de um urânio pelo outro, o que é tecnicamente inviável: não se encontram nos supermercados barras de urânio enriquecido adaptadas aos reatores iranianos. "Quantidades", como é óbvio, refere-se a quanto de seu estoque de urânio o Irã aceita enviar ao exterior. Se essa discussão -que é o centro da questão- está vencida, como parece indicar o fracasso da gestão sino-russa, o Brasil se verá obrigado, mais cedo ou mais tarde, a repensar a sua posição.
  • Afeganistão: Karzai acusa "estrangeiros" por fraudes em sua reeleição


FSP online (02/04/2010)


Estadão (02/04/2010)


ZH (02/04/2010)


Terra (02/04/2010)


G1 (02/04/2010)


Último Segundo (02/04/2010)


Uol Internacional / Mídia Global (02/04/2010)


Aurora Digital (02/04/2010)


BBC Brasil (01/04/2010)


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