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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Noam Chomsky: Israel desafia a paciência dos Estados Unidos em mais uma crise regional

Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1


Destaque 2

  • NEA/UFRJ - Jornal Informativo de História Antiga Philía (número 34, abril, maio, junho de 2010): A representação da mulher na narrativa da Bíblia Hebraica (parte 1): Um dos temas mais expressivos dos Estudos Bíblicos tem sido a re-leitura das personagens femininas na narrativa bíblica. Nosso foco é a representação da mulher na narrativa da Bíblia Hebraica e sua relevância na história bíblica. Nesse sentido cabe refletir sobre o papel das mulheres na sociedade do antigo Israel e o apresentado nas narrativas bíblicas. Comentar, ainda que de forma resumida, os detalhes bíblicos na função social das mulheres nos mostra como o retrato delas na Bíblia foi determinado por ideais convencionais e padrões históricos tradicionais. No presente artigo iniciamos nossas reflexões sobre a representação da mulher no universo da narrativa hebraica bíblica pelo Livro de Gênesis. As considerações apresentadas devem ser entendidas como resultado de um estudo ainda em curso que futuramente poderá ser lido num conjunto mais amplo.


Destaque 3


O Globo (01/04/2010)


FSP (01/04/2010)

  • China agora aceita debater sanções ao Irã
  • Amorim insiste na defesa do diálogo com Teerã: CRISTINA FIBE. DE NOVA YORK. No dia em que os EUA conseguiram dobrar a resistência chinesa a uma nova rodada de sanções do Conselho de Segurança da ONU (CS) contra o Irã, o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, manteve a posição de que as "possibilidades de negociação não estão esgotadas". Ele disse, porém, que "é importante que o Irã revele flexibilidade, demonstre que está interessado em negociar". O Brasil ocupa atualmente um dos assentos rotativos do CS e teria de se pronunciar sobre as sanções caso elas vão à votação. No último ano, Brasil e Irã estreitaram seus laços - o presidente Mahmoud Ahmadinejad visitou Brasília em novembro, e Luiz Inácio Lula da Silva tem viagem a Teerã marcada para maio. Na entrevista de ontem a jornalistas brasileiros na ONU, Amorim manteve o ceticismo em relação às suspeitas de que o programa nuclear do Irã vise a obtenção da bomba, e usa o exemplo do Iraque, onde nunca foram encontradas as armas de destruição em massa que justificariam a invasão americana. "Cada caso é um caso, mas o que ocorreu no Iraque tem que ser levado em conta. É muito comum dizerem que é ingênuo o Brasil acreditar no Irã, mas foi ingênuo acreditar nas informações que se provaram falsas das agências de inteligência. Não podemos aceitar essas coisas das maneiras como nos são vendidas", sentenciou. Posição pode mudar - "Há preocupações do lado do Ocidente que não sei se são fundamentadas ou não, porque se baseiam em serviços de inteligência, eu não tenho como julgar isso. Se há dúvidas, se há situações ambíguas, acho que o Irã também deveria fazer o possível para ajudar a resolver", disse Amorim. Se, por um lado, o ministro afirma que a posição do Brasil é a de "procurar uma solução negociada", por outro diz que "não há posição irredutível" e que "nunca disse como é que o país vai votar" no CS. Não descartou, portanto, que o Brasil possa vir a apoiar as sanções. "O Brasil é contra armas nucleares em geral, seja de quem for, dos EUA, da Rússia, da China, de Israel. Se algum dia o Irã tiver, será contra também. Mas queremos evitar isso." Para o chanceler, "não há segurança absoluta, a maior segurança é ter inspetores [da agência atômica da ONU] no local". "Um acordo, não é que vá resolver, mas seria uma porta de entrada para a recriação da confiança. Para abandonar o caminho da paz você não pode ter dúvidas, tem que estar absolutamente convencido." Para definir um voto do Brasil, completou, "vamos ver qual é a atitude [do Irã]". Questionado por jornalistas estrangeiros sobre a mudança de posição da China, Amorim se esquivou e disse preferir não comentar decisões de outros países. Ele enfatizou que os brasileiros não escolheram um lado, mas estão sendo cuidadosos para não incriminar o país acusado. "O Brasil não é pró-Irã, é pró-paz, é a favor de que se busquem ardentemente, até as últimas consequências, soluções pacíficas para os problemas."
  • Diplomacia: Lula se diz "amigo de todos" e defende ida ao Irã: O presidente Lula defendeu ontem sua viagem ao Irã, marcada para maio, e disse que "é amigo de todo o mundo", por conta do "jeito de ser pacífico" do Brasil. "Da mesma forma que eu abraço o Obama, abraço o Chávez. Da mesma forma que cumprimento [Nicolas] Sarkozy, cumprimento [Mahmoud] Ahmadinejad", disse, em cerimônia de saída de dez ministros no Itamaraty, e criticou a imprensa por, segundo ele, questionar sua tentativa de participar da negociação de paz no Oriente Médio.
  • Narcotráfico: Afeganistão é maior produtor mundial de maconha, diz ONU
  • Iraque: Clérigo convoca referendo para decidir apoio a futuro governo


FSP online (01/04/2010)


Estadão (01/04/2010)


ZH (01/04/2010)


GP (01/04/2010)


Paraná online (01/04/2010)


Terra (01/04/2010)


G1 (01/04/2010)


Último Segundo (01/04/2010)


Uol Internacional / Mídia Global (01/04/2010)


IHU (01/04/2010)

  • A Páscoa cristã e a Pessach judaica: origens, relação e atualidade. Entrevista com Guershon Kwasniewski, Cleide Schneider e Antônio Cechin: Neste ano, coincidentemente, a Páscoa cristã e a Pessach judaica serão comemoradas na mesma semana. A Páscoa cristã iniciou com a festa do Domingo de Ramos, no dia 28 de março estendendo-se até o Domingo da Ressurreição, no dia 04 de abril. Já o 1º Seder da Pessach, cuja data é fixada pelo calendário hebraico, o dia 15 de nissan, lua cheia, foi no dia 29 de março. Depois, seguem-se outros sete dias de comemoração. Mas o que se comemora nessas celebrações cuja memória, de origens comuns, remonta a um mesmo gesto, ou seja, uma passagem, uma travessia? Para compreender melhor não apenas a festividade, mas também suas origens e sua atualidade, depois de tantos milênios desde seus primeiros registros históricos, a IHU On-Line entrevistou um líder religioso judeu, uma luterana e um católico. Em foco, a origem comum da celebração: o Êxodo dos israelitas do Egito, que os cristãos irão reviver e reatualizar com a "nova Páscoa", a paixão, morte e ressurreição de Cristo. >>> Leia mais, clique aqui.
  • O processo judaico e romano de Jesus de Nazaré. Artigo de Gianfranco Ravasi: "Aquelas horas [do processo de Jesus] se inscreveram não só na história, mas também na fé de milhões de pessoas, e revisitá-las ainda hoje é uma aventura arriscada, porque nelas se entrecruzam questões históricas, problemas teológicos, emoções espirituais e até degenerações seculares." A opinião é de Gianfranco Ravasi, presidente do Pontificio Conselho da Cultura, em artigo publicado no jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, 28-03-2010. Os entretítulos são do IHU On-Line. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis o texto.
  • O que Deus faz em uma cruz?: Publicamos aqui a reflexão sobre a Páscoa, escrita pelo sacerdote e teólogo espanhol José Antonio Pagola, em artigo para o sítio Religión Digital, 21-03-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis o texto.


BBC Brasil (01/04/2010)


Aurora Digital (01/04/2010)


Deutsche Welle (31/03/2010)


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31/03/2010

30/03/2010

29/03/2010

28/03/2010


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