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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Israel x Gaza x Oriente Médio (247) .... Mentira em Gaza

Jornal das Dez (04/02/2009)

  • ONU nega bombardeio contra escola em Gaza: Dois episódios do conflito na Faixa de Gaza começam a ser esclarecidos. Israel admitiu que matou três palestinas por engano e a ONU voltou atrás numa versão que uma escola tinha sido atingida.


G1 (04/02/2009)

  • ONU critica Hamas por confiscar ajuda humanitária em Gaza: O subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, condenou hoje o confisco de ajuda humanitária pelo Hamas na Faixa de Gaza. Holmes, em nota divulgada pelas Nações Unidas, classificou como "inaceitável" a retenção de ajuda humanitária pertencente à agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA, na sigla em inglês) praticada pelo Hamas. Além disso, pediu a "imediata devolução" de tudo o que foi confiscado.


Revista Época (04/02/2009)


Mentira em Gaza

Descobriu-se um fato grave sobre os ataques de Israel em Gaza. A ONU admite que divulgou uma mentira sobre aquela escola que teria sido bombardeada pelas tropas israelenses, provocando a morte de 43 pessoas, em grande parte crianças. Quase um mes depois dos ataques, a ONU informa que a bomba disparada de um tanque israelense não atingiu a escola, mas caiu numa rua próxima.


Deve-se aguardar outras novidades sobre o caso. Se o ataque não foi à escola, mas a uma rua próxima, o relato sobre a morte de crianças que se protegiam no local onde assistiam aulas também não é verdadeiro. Será preciso apurar de novo e levantar informações confiáveis. É lamentável e escandaloso.


Como lembram os leitores deste blogue, o ataque à escola de Gaza foi um episódio marcantes dos ataques israelenses. Se a verdade é sempre a primeira vítima de toda guerra, só a divulgação de informações precisas ajuda a evitar a manipulação política. É ainda mais preocupante que um erro dessa natureza tenha partido dos escritórios das Nações Unidas que, em tese, deveria ter o compromisso com a isenção e o respeito pela verdade.



Em Cima da Hora (04/02/2009)


FSP online (04/02/2009)


Jpost (04/02/2009)


Ynet (04/02/2009)


Veja mais:

04/02/2009

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