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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Gustavo Chacra: Se Obama fracassar, pode haver guerra entre Israel e Irã


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



O Globo (08/09/2009)


FSP (08/09/2009)


FSP online (08/09/2009)


Estadão (08/09/2009)

  • Karzai beneficia-se com votos de 800 urnas falsas, dizem observadores
  • Arad morreu nos anos 90, diz livro
  • Israel formaliza planos para ampliar ocupação
  • Direito do Irã a programa é inegociável, diz Ahmadinejad
  • Gustavo Chacra (07/09/2009): Se Obama fracassar, pode haver guerra entre Israel e Irã: Com os americanos no campo de batalha no Iraque e no Afeganistão, o presidente dos EUA, Barack Obama, usará este mês para determinar o destino de suas iniciativas diplomáticas para evitar novos conflitos armados no Oriente Médio, considerada uma das regiões mais instáveis do mundo. Em primeiro lugar, o ultimato para o Irã concordar em dialogar sobre a questão nuclear termina no fim de setembro, com a possibilidade de sanções mais duras serem aplicadas ao regime de Teerã. Segundo, a disputa entre israelenses e palestinos pode finalmente voltar à mesa de negociações, com o chefe da Casa Branca estudando delinear a sua própria proposta em seu discurso na Assembleia Geral da ONU daqui a duas semanas. O resultado desta estratégia de Obama, segundo analistas ouvidos pelo Estado, será conhecido apenas em alguns meses. Pode tanto culminar em um amplo acordo de paz para a região, que colocaria o atual presidente em um patamar acima de Jimmy Carter (1977-81), que selou a paz entre egípcios e israelenses em Camp David nos anos setenta, e de George Bush (1989-93), o pai, tido como um dos responsáveis por levar palestinos e israelenses para o diálogo, além de conseguir formar uma coalizão de países árabes para remover o então líder iraquiano Saddam Hussein do Kuwait, sem afetar a imagem americana na região. Caso fracasse, Obama talvez tenha que lidar com um cenário ainda mais grave do que seus dois antecessores, disseram os especialistas em política do Oriente Médio. Bill Clinton (1993-2001) encerrou seu mandato meses depois da eclosão da Segunda Intifada e George W. Bush (2001-09), com a guerra na Faixa de Gaza. Nos dois casos, depois de tentativas frustradas de resolver a disputa entre israelenses e palestinos. >>> Leia mais, clique aqui.


ZH (08/09/2009)


CB (08/09/2009)


GP (08/09/2009)


Terra (08/09/2009)


G1 (08/09/2009)


Último Segundo (08/09/2009)


Uol Internacional / Mídia Global (08/09/2009)

  • DS: Na cama com Hitler: uma controversa campanha contra a Aids causa reboliço na Alemanha
  • FT: Obama não pode mais adiar decisões para o Oriente Médio: Dos desertos e montanhas do Afeganistão aos laboratórios nucleares do Irã e às terras disputadas por árabes e israelenses, o mundo está aguardando que Barack Obama tome uma decisão. É verdade que o presidente dos Estados Unidos é capaz de transmitir a impressão de que já se decidiu. No seu último discurso importante sobre política externa, em Phoenix, no mês passado, perante a organização Veteranos de Guerras Externas, ele procurou projetar a imagem de um indivíduo decidido. Prometendo que só enviará tropas para situações perigosas se estiver "guiado por uma estratégia sensata", Obama fez uma distinção entre o Afeganistão, como sendo "uma guerra necessária", e o Iraque, que segundo ele foi uma "guerra de opção". Mas, neste mês de setembro, o presidente terá que tomar grandes decisões na área de política externa - escolhas que ele evitou fazer durante os seus primeiros sete meses na Casa Branca. Obama terá que decidir quantos soldados mais enviará ao Afeganistão; como e se intensificará a pressão sobre Teerã tendo em vista um prazo estabelecido pelos Estados Unidos e os seus aliados; e se atenderá às expectativas árabes de que imponha uma proposta enérgica para resolver de uma vez por todas o conflito israelense-palestino.
  • NYT: Ex-presidente iraniano critica "métodos fascistas e totalitários" do governo


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