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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Brasil defente nova gestão de questão palestina


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque:

  • Capeia Arraiana (16/10/2009): À fala com… Jorge Martins: Fomos ao encontro do historiador Jorge Emanuel Duarte de Carvalho Martins a poucos dias da apresentação, no Sabugal, do seu último livro «Breve História dos Judeus em Portugal».


FSP (16/10/2009)

ONU deve aprovar hoje relatório sobre Gaza


Palestinos conseguem apoio no Conselho dos Direitos Humanos a texto que cobra investigações de supostos crimes de guerra de Israel


Brasil, que endossa relatório, mas discorda de porta que ele abre à ação do Conselho de Segurança, não decidiu que posição adotará hoje


LUCIANA COELHO

DE GENEBRA


O Conselho de Direitos Humanos da ONU deve aprovar hoje uma resolução proposta pelos palestinos que condena as políticas de Israel em Jerusalém Oriental e endossa um relatório sobre violações israelenses em Gaza. A vitória aparente, porém, deve ter pouco efeito prático e pode até mesmo enfraquecer a instância do conselho, avaliam diplomatas.


Até ontem, o texto tinha o aval de mais de 24 países necessário à aprovação por maioria simples. Somavam-se os apoios do grupo africano, do grupo árabe, do Movimento dos Não Alinhados, da Conferência Islâmica e, segundo fontes, de parte do grupo de países latino-americanos e do Caribe (Grulac, que inclui o Brasil).


Mas uma vitória apertada não poderia ser comemorada, sobretudo após a resolução sofrer críticas não só dos EUA, aliados automáticos de Israel, mas também do Brasil.


Segundo a embaixadora Maria Nazareth Azevedo, até o fim dos debates de ontem o Brasil não havia decidido como votar -se contra, a favor ou se, pela primeira vez em uma resolução abordando o conflito israelo-palestino, o país se absteria.


A sessão extraordinária foi convocada pelos palestinos depois que eles retiraram, sem explicar, uma resolução sobre o tema há duas semanas. A medida provocou pressão doméstica contra o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, e ele recuou.


Mas o Brasil, com o consenso de países como a Argentina e a Índia, avalia que a aprovação do texto como está pouco contribui para o diálogo. "[Queremos] que o conselho ajude no processo de paz e não que seja um elemento de desestabilização", disse a embaixadora a jornalistas ontem. Israel já ameaçou deixar as conversas.

Goldstone
O texto, que pode hoje ganhar emendas ou perder parágrafos, toma como base o relatório da missão do conselho que examinou o conflito de dezembro e janeiro na faixa de Gaza, no qual morreram 13 israelenses e 1.400 palestinos.


A conclusão da equipe liderada pelo juiz sul-africano Richard Goldstone, apresentada no mês passado, foi que tanto soldados israelenses quanto palestinos cometeram crimes de guerra. Mas as acusações mais graves são contra Israel.


O Brasil, bem como quase todos os 47 membros do conselho, endossa o documento. Mas critica a recomendação por uma ação do Conselho de Segurança da ONU e eventualmente do Tribunal Penal Internacional, caso investigações satisfatórias não sejam conduzidas.


"Há muito a ser discutido pelas partes e pelo Conselho de Direitos Humanos em si", disse a embaixadora na sessão.


Avalia-se ainda que avançar no Conselho de Segurança seria um tiro n'água, já que os EUA vetariam uma resolução nesse fórum.


Outra preocupação é que a aprovação sem maioria larga solape a força do conselho. Recém-retornados ao órgão, os EUA citam as condenações sucessivas a Israel sem consenso amplo para questioná-lo.



FSP online (16/10/2009)


Estadão (16/10/2009)

  • Jihadistas buscam minar Estado paquistanês
  • Netanyahu diz que condenação encoraja o terror
  • Brasil defente nova gestão de questão palestina: O Brasil busca a realização de uma nova conferência de paz para a questão palestina e pede que novos atores sejam incluídos no debate. "Uma nova conferência é importante e urgente", afirmou a embaixadora do Brasil na ONU, Maria Nazareth Farani Azevedo. A ONU pediu ontem que Israel e a Autoridade Palestina investiguem os crimes cometidos na região. O Itamaraty avalia que o Quarteto - grupo formado por Rússia, EUA, União Europeia e a ONU - não é capaz de chegar a um entendimento e novos países, entre eles o Brasil, devem ser incorporados ao processo. Os palestinos já declararam que aceitam a entrada dos brasileiros na negociação. No entanto, palestinos e países árabes resistiram ontem à proposta do Brasil para amenizar uma resolução que será votada hoje no Conselho de Direitos Humanos da ONU - o texto denuncia crimes de guerra cometidos por Israel em Gaza. O debate põe o Brasil numa posição delicada: politicamente, precisa votar ao lado dos palestinos e fortalecer o grupo mais moderado do presidente Mahmoud Abbas. Mas o Itamaraty não aceita levar o caso ao Conselho de Segurança da ONU e ao Tribunal Penal Internacional, o que dificultaria o processo de paz. O Estado obteve informações de que o Brasil votará a favor da resolução, mas terá de explicar o voto e distanciar-se de alguns elementos do projeto. >>> Leia mais, clique aqui.


Terra (16/10/2009)


G1 (16/10/2009)


Último Segundo (16/10/2009)

  • Mundo
  • Caio Blinder: Uma trama israelense para explicar o Nobel para Obama: Uma semana depois da bomba que foi a premiação do Nobel da Paz para o presidente americano Barack Obama, o assunto continua explosivo, com argumentos a favor e contra a decisão. Medalha por boas intenções, presente prematuro, constatação da visão de um jovem estadista ou mais um exemplo de adulação adolescente pelos europeus (no caso, os noruegueses). E que tal analisar o prêmio como um ataque preventivo? Esta é a linha de raciocínio de Reuven Pedatzur, do Programa de Estudos Estratégicos da Universidade de Tel Aviv e analista militar do jornal "Haaretz" (uma voz mais liberal em Israel). Para Pedatzur, com o prêmio, o comitê do Nobel fechou a opção militar americana no Irã. Obama, o homem da paz, mostra a medalha ao mundo, mas está com as mãos amarradas para ordenar um ataque contra as instalações nucleares iranianas caso fracassem negociações ou não sejam aprovadas sanções no Conselho de Segurança das Nações Unidas, que aliás agora tem o Brasil entre os dez membros não permanentes, por um período de dois anos. >>> Leia mais, clique aqui.


Uol Internacional / Mídia Global (16/10/2009)


Aurora Digital (16/10/2009)


Un écho d’Israël (16/10/2009)


BBC Brasil (15/10/2009)


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Veja mais:

15/10/2009

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