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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

José Roitberg: Armadinejad seja bem vindo ao Brasil


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1

  • Publishnews (17/1/2009): Retrato da sociedade israelense: Com um tanto de pesquisa, outro tanto de entrevistas e muitas xícaras de chá tomadas dentro dos lares israelenses, Sabrina Abreu mostra Israel por diferentes ângulos, sempre se distanciando dos estereótipos que costumam ser ligados ao país. O livro Meu Israel - Viagem ao país onde o céu e a terra se encontram (Leitura, 174 pp., R$ 35) convida o leitor a conhecer o país de Norte a Sul, passando pelas principais cidades Tel-Aviv, Jerusalém, Eilat, Haifa, Tiberíades e pelos pontos turísticos imperdíveis como Mar Morto, Galileia e Masada. O título também conta com mais de 100 fotos das paisagens e pessoas encontradas pelo caminho. Nesta terça-feira, dia 17, o lançamento da obra acontece com noite de autógrafos, a partir das 19h30, na Livraria Leitura Pátio MegaStore, no Shopping Pátio Savassi (Av. do Contorno, 6061 – Funcionários. Belo Horizonte/MG).


Destaque 2


Destaque 3


O Globo (00/00/2009)


FSP (17/11/2009)


Abbas pedirá a Lula respaldo à Palestina independente


Chanceler israelense ameaça "reação unilateral" a ação unilateral de palestinos


Liberman também acusa ANP de "jogo duplo", por ter incentivado investida contra o Hamas em Gaza e depois denunciá-la em Haia


MARCELO NINIO

DE JERUSALÉM


O presidente palestino, Mahmoud Abbas, chegará ao Brasil, na próxima quinta-feira, com um objetivo claro: conquistar o apoio do governo ao plano de declarar unilateralmente a independência da Palestina.


Abbas vive um momento crítico desde que anunciou, na semana passada, que não pretende concorrer à reeleição devido ao impasse no processo de paz com Israel. A perspectiva de um vácuo de poder assustou a comunidade internacional, que vem tentando convencer Abbas a voltar atrás.


A visita ao Brasil, a primeira fora da região após o anúncio, marca o início de uma ofensiva diplomática destinada a aumentar a pressão sobre Israel.


Abbas quer que as Nações Unidas reconheçam a independência palestina em Gaza, na Cisjordânia e Jerusalém Oriental, áreas capturadas por Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967. Com exceção da faixa de Gaza, de onde se retirou unilateralmente em 2005, Israel ainda ocupa as demais áreas.


Apoio europeu

Ontem, a Autoridade Nacional Palestina (ANP), presidida por Abbas, pediu à União Europeia que apoie o plano de independência. A meta é consolidar na ONU respaldo em torno do Estado palestino.


"Pedimos hoje [ontem] o apoio da UE, estamos indo para a América do Sul, onde faremos o mesmo, e continuaremos com outros países. Acho que teremos um apoio amplo, inclusive dos EUA", disse o principal negociador da ANP, Saeb Erekat. Após visitar o Brasil, Abbas irá a Argentina e Chile, antes de seguir para a Europa.


Na primeira reação oficial americana, o Departamento de Estado afirmou ontem que "só negociações entre as partes" permitirão um Estado palestino "viável".


O plano de declarar a independência vinha circulando nos círculos de poder da Cisjordânia há dias, até que a ANP assumiu oficialmente a campanha no fim de semana. Israel reagiu com uma ameaça: a de anexar partes da Cisjordânia caso os palestinos levem à frente a ideia.


"Uma ação unilateral terá uma reação unilateral", alertou o chanceler israelense, Avigdor Liberman. Durante uma conferência internacional em Jerusalém, que contou com a presença do ex-presidente americano Bill Clinton, o linha-dura Liberman acusou os palestinos de "jogo duplo".


Segundo ele, a ANP pressionou Israel a "esmagar" o grupo islâmico Hamas durante a ofensiva na faixa de Gaza, na virada do ano.


"Um mês depois, eles submeteram uma queixa contra nós no Tribunal de Haia", relatou Liberman.
Desde 2007 os territórios palestinos estão divididos entre Gaza, que está sob o controle do Hamas, e a Cisjordânia, administrada pela ANP sob a ocupação israelense. Todas as tentativas de promover uma reconciliação palestina fracassaram.



Resolução elevará pressão sobre líderes de Israel, diz analista


Egípcio crê que documento aprovado na ONU provocará reações mesmo que seja vetado no Conselho de Segurança


Para Mustapha Al Sayyid, relatório Goldstone levará grupos de direitos humanos a processar, pela ação em Gaza, políticos israelenses


PAULA ADAMO IDOETA

DA REDAÇÃO


Mesmo que o caso seja vetado no Conselho de Segurança (CS) da ONU, a recente resolução contra Israel aumentou a pressão sobre líderes do país, para que respondam pela ofensiva da virada do ano na faixa de Gaza. O diagnóstico é do egípcio Mustapha Al Sayyid, professor de ciências políticas da Universidade do Cairo e ligado ao centro americano Carnegie Endowment for International Peace. Crítico às posições israelenses, Sayyid esteve em São Paulo na semana passada, quando falou à Folha.


A resolução, de 5 de novembro, pede à ONU o envio ao CS do relatório do juiz sul-africano Richard Goldstone -que acusa Israel e o grupo islâmico Hamas de crimes de guerra em Gaza- caso as acusações não sejam investigadas.


FOLHA - Israel rechaçou a recente resolução da ONU. A resolução terá desdobramentos?
MUSTAPHA AL SAYYID
- Há muitas resoluções que foram ignoradas. No entanto, acho que a recente resolução é diferente porque deu a grupos em diversos países o argumento de pedir a prisão de militares e políticos envolvidos na ofensiva em Gaza. Recentemente, o ministro da Defesa [de Israel, Ehud Barak,] visitou o Reino Unido, e defensores dos direitos humanos pediram sua prisão [um advogado quer usar o princípio da justiça universal para processar políticos de Israel na Justiça britânica]. É a primeira vez que líderes israelenses podem ter de pagar pela ação em Gaza.


FOLHA - Mas se a resolução for ao Conselho de Segurança da ONU, provavelmente será vetada pelos EUA, aliados de Israel.
SAYYID
- Duvido que o veto do CS detenha organizações de direitos humanos e juízes em todo o mundo de pedir um julgamento dos envolvidos na ofensiva em Gaza, mesmo que em cortes nacionais. [Goldstone] é um juiz respeitado e judeu, que, por isso, não pode ser acusado de antissemita. E seu relatório também apontou crimes do Hamas contra civis israelenses, ou seja, não destacou só Israel.


FOLHA - Em resolução prévia que afetava Israel, em 16 de outubro, o Brasil votou a favor, mas se opôs a levar o caso ao CS, para não desestabilizar as negociações de paz na região. O que acha dessa posição?
SAYYID
- O governo brasileiro tentou balancear muitas considerações e provavelmente não queria antagonizar com Israel. Mas falar de negociações de paz na região é como uma piada ruim. Israel fala em negociar, mas continua a expandir assentamentos [na Cisjordânia]. A negociação é para Israel ganhar tempo e consolidar a ocupação da Cisjordânia e o cerco a Gaza.


FOLHA - Mahmoud Abbas [líder palestino] anunciou que não concorrerá na próxima eleição. Que efeito terá nas negociações de paz?
SAYYID
- Não há negociações de paz. Então isso não muda muito. Mas acho que a declaração [de Abbas] visa pressionar o governo americano a pedir o congelamento das colônias israelenses. Abbas buscando ou não a reeleição, a continuidade dos assentamentos e a passividade americana farão com que a situação continue a piorar.


FOLHA - Quanto a Irã e Israel e à vinda de seus líderes ao Brasil, que papel o país pode ter em aliviar as tensões bilaterais?
SAYYID
- O abismo é tão grande que acho difícil que qualquer país consiga convencer o Irã a aceitar as condições [do Ocidente para enriquecer urânio no exterior]. Mas a posição iraniana é compatível com a lei internacional, de produção nuclear para fins pacíficos. O melhor jeito de se livrar das armas atômicas no Oriente Médio seria bani-las em todos os países, inclusive Israel.



FSP online (17/11/2009)


Estadão (17/11/2009)


JB (17/11/2009)


Globo Notícia (17/11/2009)


ZH (17/11/2009)


Terra (17/11/2009)


G1 (17/11/2009)


Último Segundo (17/11/2009)


Uol Internacional / Mídia Global (17/11/2009)


BBC Brasil (17/11/2009)


Pletz (17/11/2009)


Aurora Digital (17/11/2009)


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