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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Livro reaquece debate sobre ligação do filósofo Heidegger com o nazismo


Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque


O Globo (25/12/2009)


FSP (25/12/2009)


FSP online (00/00/2009)


Estadão (25/12/2009)

  • No Natal, papa pede fim da violência no Oriente Médio
  • Os rituais cheios de luz das religiões: No fim de ano as casas se enchem de luzes. Sejam produzidas pelas velas ou pelas luzinhas coloridas, o significado é o mesmo: prosperidade, paz, renovação e o início de uma nova era. A temporada da festa das luzes termina hoje, com a celebração do Natal. A chama das velas acesas nesta época pelos cristãos simboliza Jesus, que para o cristianismo é a luz do mundo. Apesar de outras religiões, como judaísmo, islamismo e paganismo não reconhecerem a data, elas também promovem celebrações com luzes - com semelhanças e diferenças entre elas. No Chanuká, por exemplo, que terminou no sábado, velas são acesas para lembrar o descanso do povo judeu da guerra com os gregos.
  • Marcos Guterman (24/12/2009): Uma correção reveladora: Em 21 de dezembro, o jornal inglês The Guardian publicou uma reportagem intitulada “Israel admite que extraiu órgãos de palestinos”. O interesse era óbvio. Em agosto, um jornal sueco causou sensação ao acusar soldados israelenses de arrancar os órgãos de palestinos mortos para serem usados em transplantes. A reação do governo de Israel e dos judeus na ocasião foi veemente: tratava-se de uma mentira cruel, uma forma de reafirmar o anti-semitismo em seu estado mais primitivo – aquele que, na Idade Média, atribuía a judeus uma série de crimes rituais, como tirar o sangue de crianças cristãs para fazer pão ázimo. A reportagem do Guardian, no entanto, parecia confirmar a acusação. Mas só parecia. Nesta quinta-feira, o jornal inglês publicou a seguinte correção a respeito da reportagem: “Aquele título não corresponde ao texto, que deixa claro que os órgãos não eram retirados apenas de palestinos. Foi um sério erro de edição, e o título foi alterado na edição online para refletir o texto escrito pelo repórter”. A reportagem em questão dizia que, até os anos 90, um instituto médico-legal perto de Tel Aviv extraiu pele, córneas, válvulas cardíacas e ossos de cadáveres de soldados israelenses, cidadãos israelenses, palestinos e trabalhadores estrangeiros, frequentemente sem permissão dos parentes. Ou seja: as vítimas não eram apenas, ou não especificamente, palestinos. Portanto, o crime não era étnico, como o título dava a entender. A reportagem enfatizou ainda que não havia evidências de que os israelenses haviam matado palestinos para lhes retirar os órgãos, como acusara o jornal sueco. >>> Leia mais, clique aqui.


ZH (25/12/2009)


Terra (25/12/2009)


G1 (25/12/2009)


Uol Internacional / Mídia Global (25/12/2009)


BBC Brasil (25/12/2009)


Deutsche Welle (25/12/2009)


Aurora Digital (25/12/2009)


Em Cima da Hora (24/12/2009)

  • Belém fica lotada na véspera de Natal: Para garantir a segurança, o policiamento foi reforçado na região. Na praça da Manjedoura, em frente a igreja da Natividade, será celebrada uma missa. A cidade vai receber 50 mil turistas.


GP (24/12/2009)


Em Cima da Hora (23/12/2009)

  • Professor fala sobre o ano no Oriente Médio: O professor de história da UERJ e da UNI-Rio, Edgard Leite, comenta os acontecimentos do ano de 2009 no Oriente Médio e fala sobre o projeto de estabelecimento de um Estado Palestino.


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Veja mais:

25/12/2009

24/12/2009

23/12/2009
22/12/2009

21/12/2009


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