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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 24 de janeiro de 2010

Iêmen: um templo de ideias e radicalismo


Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque


JB (24/01/2010)

Internacional, página 26


FSP (24/01/2010)


Novo papel global brasileiro fará com que país "esbarre" mais nos EUA e relação vai requerer "criatividade", diz novo embaixador em Brasília, Thomas Shannon


SÉRGIO DÁVILA

DE WASHINGTON


O novo embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon, disse que seu país estava "agradecido" aos brasileiros por terem transmitido de maneira direta ao Irã as preocupações da comunidade internacional com a falta de transparência do programa nuclear de Teerã.


"O Brasil achou uma maneira de entregar algumas mensagens realmente importantes, e elas não são mensagens dos EUA, são amplamente compartilhadas e têm a ver com a importância de obedecer a acordos internacionais e respeitar direitos humanos, não só políticos, mas de liberdade religiosa", disse Shannon anteontem, em Washington.


"Também a importância de a comunidade internacional endereçar a grande falta de confiança na transparência do programa nuclear [do Irã]", continuou. "Somos agradecidos aos brasileiros por terem podido entregar essas mensagens de maneira direta."


A afirmação é a mais positiva até agora a vir da diplomacia do governo Barack Obama desde a aproximação recente entre o Brasil e o Irã, que culminou na recepção do iraniano Mahmoud Ahmadinejad pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em novembro, ambos fatos que elevaram a tensão entre Brasília e Washington.


Confirma ainda teor de carta que Obama tinha escrito a Lula dias antes do encontro, em que, segundo relatos, pedia ao brasileiro que repassasse a posição americana em relação ao Irã, de maior engajamento desde que o regime dos aiatolás esclareça suas intenções nucleares e dê acesso ao seu programa.


"No fim, o teste de nossa diplomacia, não só dos EUA mas a brasileira, e o esforço internacional maior de lidar com o Irã serão julgados não por nosso engajamento ou pelos processos que usamos, mas por nossos resultados", disse. "E é isso que eu chamo de ter uma diplomacia movida a fatos. Nós temos de determinar o que funciona e o que não funciona."


Em encontro anteontem com os embaixadores dos EUA para Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai, promovido pelo Brazil Institute do Wilson Center, Shannon disse ainda que os EUA estavam "encantados" com a presença no Conselho de Segurança da ONU do Brasil, que ocupa um assento provisório desde o dia 1º e luta por uma vaga permanente.


O diplomata americano começou a dizer que o país era uma potência emergente e depois se corrigiu: "O Brasil já emergiu; é um ator global, uma potência global". Nessa nova capacidade, afirmou, é normal que o país e os EUA "esbarrem" mais em assuntos inéditos.


"Um dos desafios que tanto o Brasil como os EUA têm, principalmente nossos corpos diplomáticos, é como vamos nos entender conforme vamos esbarrando um no outro em partes do mundo onde nós na verdade nunca tínhamos nos esbarrado antes", afirmou.


Em sua fala inicial, Shannon havia mencionado que o novo patamar do relacionamento bilateral trará "desafios": "Isso é uma coisa boa para a relação. Mas vai requerer alguma criatividade; vai requerer a reimaginação do possível".



FSP online (24/01/2010)


ZENIT (24/01/2010)

  • Porta-voz do Vaticano comenta visita histórica de Bento XVI à sinagoga de Roma: A visita de Bento XVI à Grande Sinagoga de Roma, ocorrida em 17 de janeiro passado, consolidou as bases para um desenvolvimento das relações entre cristãos e judeus, disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi. O jesuíta, diretor da Assessoria de Imprensa do Vaticano, definiu o encontro como “memorável”, destacando sua importância na renovação de um “diálogo baseado no respeito à criação e aos Dez Mandamentos”. No editorial da última edição do Octava Dies, periódico informativo publicado pelo Centro Televisivo do Vaticano, padre Lombardi disse que a presença do pontífice na Sinagoga de Roma representa um passo “irreversível” na direção “do diálogo, da fraternidade e da amizade entre a Igreja e os judeus”. >>> Leia mais, clique aqui.


CB (24/01/2010)


GP (24/01/2010)


Terra (24/01/2010)


G1 (24/01/2010)


Último Segundo (24/01/2010)


BBC Brasil (24/01/2010)


Deutsche Welle (23/01/2010)


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