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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 24 de janeiro de 2010

A lista de 'Schindler': Dois diretores brigam para contar a história do embaixador Souza Dantas


Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



O Globo (24/01/2010)


Revista O Globo, página 14


A lista de 'Schindler'

Dois diretores brigam para contar a história do embaixador Souza Dantas em três filmes e uma minissérie


Por Mauro Ventura


Ele foi apagado da História do Brasil. Mas, agora, Luiz Martins de Souza Dantas, que ficou conhecido como o Schindler brasileiro por ter desafiado Hitler e Getúlio Vargas, e salvo do extermínio nazista mais de mil judeus, está no centro de uma disputa cinematográfica que promete lher dar o devido reconhecimento.


Há duas semanas, o diretor e produtor Luiz Fernando Goulart falou à coluna Dois Cafés e a Conta sobre o documentário que prepara a respeito do embaixador do Brasil na França durante a Segunda Guerra. Em carta publicada na edição seguinte, o cineasta Tom Job Azulay escreveu que há dez anos faz filme sobre o tema e acusou Goulart de “garfar” seu projeto: “Só não concluí ainda porque, em 2006, apesar de ter sido selecionado no concurso do BNDES, o excesso de zelo de um alto funcionário governamental achou por bem pedir sua impugnação por eu ser, na ocasião, funcionário da Ancine.” Goulart diz que não houve “garfada” nenhuma: — O projeto dele na Ancine está extinto desde 2008.


Esperei ele perder o dele para fazer o meu. E o dele era média-metragem para TV. O meu é documentário longa-metragem para cinema. Só nós temos autorizações das esferas federal, estadual e municipal para captar recursos para um filme sobre Souza Dantas — diz ele, que após o documentário fará uma ficção sobre o embaixador, com o mesmo produtor, Joaquim Vaz de Carvalho.


— O que expirou em 2008 foi minha autorização de captação.


Estou entrando com pedido de um novo registro na Ancine — diz Azulay, que, além do filme, negocia com a Total Filmes uma minissérie televisiva com 13 capítulos de 26 minutos cada. Azulaye Goulart entrevistaram o banqueiro Felix Rohatyn e Chana Strozenberg, salvos pelo embaixador.


Souza Dantas começou a sair do esquecimento graças a “Quixote nas trevas”, caprichada biografia do historiador Fábio Koifman.


Ele calcula que uns oito cineastas já o procuraram para adaptar o livro, mas o primeiro foi Azulay, em 1998.


Desde então, eles se encontraram várias vezes. Koifman diz ter feito contatos com a comunidade judaica, fornecido imagens, sugerido nomes e apresentado pessoas a Azulay.


— Eu sempre cobrava: “Não vai sair o filme?”. E ele: “Temos que arrumar dinheiro.” Até que falei: “Vou lhe dar dez anos.” E nada. Aí soube do filme do Goulart.


Disse para o Azulay: “Agora chega, é hora de dar chance a outras pessoas.” Já eram 11 anos sendo enrolado. E nesse tempo ele fez outros filmes, mas não o do Souza Dantas, que não vai fazer nunca — diz Koifman, que vendeu os direitos autorais de seu livro para Goulart.


Azulay minimiza a parceria: — Não existe direito autoral sobre a história. A pesquisa do Fábio só cobre os arquivos brasileiros.


É apenas um ângulo.


Não tem nada dos arquivos europeus, que são essenciais.


Polêmicas à parte, os dois acham que há espaço de sobra para dois filmes. Ou mais.


— Ambos ou quem mais quiser podemos fazer esse filme — diz Azulay, que vai focar na atuação de Souza Dantas, mas ampliando para “uma análise do nazismo no Estado Novo”.


— Quem conseguir captar que o faça. Não pretendemos ser os “donos” do Souza Dantas para cinema. Que muitos façam versões sobre qualquer personagem da nossa História — concorda Goulart, cujo filme terá três níveis narrativos: a Segunda Guerra e a posição da França; a história de Souza Dantas; e o governo Vargas.



Uol Internacional / Mídia Global (24/01/2010)

  • FT: Al Qaeda: uma ameaça em transformação: Há quase uma década, Osama bin Laden e seus seguidores assombraram o mundo com seus ataques simultâneos nos Estados Unidos. O ataque de 11 de setembro de 2001, planejado em vários países, matou mais de 3 mil pessoas, envolveu 20 agentes e custou, segundo fontes de contraterrorismo, mais de meio milhão de dólares. Hoje, chefes de inteligência nas capitais ocidentais duvidam que a Al Qaeda possa realizar um ataque dessa escala. Seus principais seguidores foram atingidos no Afeganistão e nas áreas tribais na fronteira paquistanesa, enquanto os recursos das agências de inteligência nacionais foram reforçados para combater a ameaça do jihadismo em todo o mundo. Mas uma série de ataques recentes renovou a preocupação de que, mesmo com bin Laden e seu grupo enfraquecidos, a marca Al Qaeda está viva e bem. Além de continuar encontrando simpatizantes ativos e dispostos em muitos lugares ao redor do mundo. >>> Leia mais, clique aqui.


Estadão (24/01/2010)


Pletz (24/01/2010)


Aurora Digital (24/01/2010)


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