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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 17 de janeiro de 2010

Papa pede que se curem para sempre as feridas entre cristãos e judeus


Os artigos sobre Estudos Judaicos e Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1 Brasil Judaico

  • Solidariedade e resistência em tempos sombrios: as associações judaicas no Estado de São Paulo (1937-1950): As décadas de 1930-40 causaram uma grande transformação, em nível mundial, na comunidade judaica. Fuga da Europa hitlerista, holocausto e criação do Estado de Israel foram alguns dos acontecimentos que refletiram mudanças na trajetória de toda a comunidade. A emigração forçada iniciada em 1933 gerou a busca por refúgios livres do anti-semitismo. O ischuv1 na Palestina, região sob o domínio do mandato inglês, não constituía uma opção devido ao regime de cotas à imigração judaica imposto naquele momento. Nessa ocasião, portanto, o Brasil era visto como um porto seguro. No entanto, essa visão transformava-se em miragem assim que esses imigrantes chegavam ao país. Sem contar com a ajuda governamental, em muitos momentos anti-semita manifesta, esses israelitas se viram num território estranho, no qual não possuíam conhecimento da língua, emprego, abrigo ou referências. Esse vácuo deixado pelo governo foi preenchido pela comunidade judaica já estabelecida no país, que, preocupada em receber os recém-chegados reservava a si, a tarefa de ensinar o português, encontrar abrigo e encaminhar a um emprego. Solidariedade, preocupação com a manutenção da cultura, da identidade e da religião judaicas, além de manifestações políticas e ideológicas foram algumas das principais bandeiras levantadas pelas Associações Judaicas estabelecidas no Brasil durante as décadas de 1930-50.


Destaque 2 Entrevista

  • Programa Roda Viva (2ª-feira, 18/01/2010 – às 22 horas): Programa Roda Viva: Entrevista com David Grossman: Um dos nomes mais expressivos da atual literatura de Israel, David Grossman faz parte da nova geração de autores isralenses que nasceram no próprio país. Ao lado de dois outros importantes nomes da literatura de Israel, Amós Oz e Abraham Yehoshua, Grossman forma o trio de escritores polêmicos e críticos que, além da identidade nova que deram à literatura israelense, também influenciaram o cenário político do país, em meio ao conflito do Oriente Médio. Um dos mais ativos militantes em favor de uma saída pacífica para o conflito árabe-israelense, sua atuação política também marca sua obra literária. Tem mais de vinte livros publicados, traduzidos em várias linguas. Quatro deles já foram editados em português, inclusive seu último romance A MULHER FOGE, que David Grossman lançou no Brasil em setembro de 2009. >>> Leia mais, clique aqui.


Destaque 3


Destaque 4


Destaque 5


Zenit (17/01/2010)

  • Papa deseja aprofundamento no diálogo com judeus: O Papa Bento XVI desejou que sua visita de hoje à Grande Sinagoga de Roma abra “uma nova etapa no caminho da concórdia e da amizade entre católicos e judeus”. Assim afirmou durante a oração do Ângelus, com os peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, a quem convidou a confiar o diálogo com os judeus à intercessão de Nossa Senhora. Esta visita acontece, segundo recordou o Papa, “quase 24 anos depois da histórica visita do venerável João Paulo II”, testificando uma melhoria da relação entre os representantes de ambas as religiões. >>> Leia mais, clique aqui.
  • Dez mandamentos: base do diálogo judaico-cristão, afirma Papa: Visitando, neste domingo à tarde, a comunidade judaica de Roma, Bento XVI pediu um aprofundamento e maior proximidade nas relações entre as duas religiões monoteístas. “Que Deus reforce nossa fraternidade e torne mais firme nosso entendimento”, desejou. Na intervenção que pronunciou na Grande Sinagoga, na presença de mais de mil pessoas, o pontífice recordou que tanto judeus como cristãos estão iluminados pelo Decálogo – as Dez Palavras ou Dez Mandamentos –, que representam “um farol e uma norma de vida na justiça e no amor, um ‘grande código’ ético para toda a humanidade”. Nesta perspectiva, observou que há vários campos de colaboração e testemunho entre ambos os credos, sublinhando três particularmente importantes para a nossa época. >>> Leia mais, clique aqui.
  • Papa pede que se curem para sempre as feridas entre cristãos e judeus: O Papa Bento XVI pediu hoje, durante sua visita à Grande Sinagoga de Roma, “que se curem para sempre” as feridas provocadas “por tudo que pode favorecer de algum modo as feridas do antissemitismo e do antijudaísmo”. Referiu-se especialmente à declaração sobre a Shoá, de 16 de março de 1998, e à oração de João Paulo II diante do Muro das Lamentações, durante sua visita de março de 2000, manifestando sua dor pelo “comportamento daqueles que, ao longo da história”, fizeram o povo judeu sofrer. Durante seu discurso no templo judaico, diante dos representantes das comunidades judaicas de Roma e de toda a Itália, o Papa voltou a refletir sobre a tragédia do Holocausto, recordando concretamente a deportação dos judeus de Roma. >>> Leia mais, clique aqui.
  • Bento XVI é acolhido entre aplausos na Grande Sinagoga: A visita de Bento XVI à comunidade judaica de Roma, hoje à tarde, foi um êxito, testificado pelos aplausos com que o pontífice foi recebido dentro e fora da Grande Sinagoga. >>> Leia mais, clique aqui.


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