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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Israel vem à América do Sul fazer campanha contra o regime iraniano e os nós das esquerdas


Os artigos sobre Israel sempre atualizados você encontra aqui.



Destaque 1


Destaque 2

  • IHU (24/07/2009): 'Caro Deus, escrevo-te pelo Twitter': Através de uma página da Internet, os judeus de todo o mundo podem enviar suas orações ao Muro das Lamentações. Voluntários israelenses imprimem os pedidos e colocam os bilhetes entre as frestas do muro. A reportagem é de Susanna Nirenstein, publicada no jornal La Repubblica, 23-07-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto. (...) "Tweet Your Prayer @TheKotel", afirma o novo site, ou seja, "Conecte-se com o Kotel", o Muro das Lamentações de Jerusalém, a única parte que sobreviveu do templo destruído pelos romanos em 70 d.C., um lugar de peregrinação para milhões de fiéis, considerado quase como um canal direto com o Senhor dos judeus, que, às centenas, a cada dia, depositam ali a sua súplica, o seu pensamento, a sua mensagem (Barack Obama também o fez durante a sua última viagem). (...) E assim, o Tweet Your Prayers, e a velocidade da ideia, faz pensar na intensa relação que os judeus têm com a modernidade, em uma espécie de um "corpo a corpo com a história", como David Bidussa escreveu recentemente, que se manifesta tanto no mundo secular (na filosofia, nas ciências, no cinema...), como na vida religiosa, com todas aquelas maquinarias eletrônicas que permitem que se respeite mais comodamente as rígidas regras do Sábado. Portanto, Tweet Your Prayers (ou melhor, www.twitter.com/TheKotel). E se a oração é longa, mande-a, ao contrário, ao The Kotelymail.com por e-mail. Para informações, www.tweetyourprayers.info.
  • BBC Brasil (24/07/2009): Serviço envia preces a Jerusalém pelo Twitter


Destaque 3

FIRS (24/07/2009)


Destaque 4

Palestinian Media Watch



Terra (24/07/2009)


Uol Internacional / Mídia Global (24/07/2009)

  • El País: Israel vem à América do Sul fazer campanha contra o regime iraniano: Israel está preocupado com a crescente influência do Irã na América Latina. Para compensá-la, seu ministro das Relações Exteriores, o ultradireitista Avigdor Lieberman, iniciou na última terça-feira um giro de dez dias por Brasil, Argentina, Peru e Colômbia. Começou a visita pelo Brasil, país que reconhece como tendo peso diplomático para ser mediador no Oriente Médio. Ontem chegou à Argentina, onde reside a maior comunidade judia de fala hispânica (250 mil pessoas). Fazia 22 anos que um ministro das Relações Exteriores israelense não pisava na América do Sul. Israel está alarmado com as alianças que seu inimigo e presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, teceu com Venezuela, Bolívia e Nicarágua. Tanto Brasil quanto Argentina mantêm boas relações com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, mas diferem por sua ligação com o Irã. O chefe de Estado brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, se apressou a cumprimentar Ahmadinejad por sua recente vitória em eleições questionadas pela oposição iraniana, pela UE e os EUA, enquanto sua colega argentina, Cristina Fernández de Kirchner, condenou Teerã no ano passado na assembléia anual da ONU por sua suposta participação no atentado de 1994 contra a Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), no qual morreram 85 pessoas. "O Brasil abriga muitas pessoas de origem árabe e também judias", destacou na quinta-feira seu ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. A comunidade judia no Brasil é a décima maior fora de Israel (97 mil pessoas) e a da Argentina, a sexta. A relação do Brasil com o Irã é tão boa que Ahmadinejad planeja fazer a primeira viagem de seu novo governo a esse país. Lula retribuirá a visita no próximo ano. Talvez por isso Lieberman declarou na quinta-feira em Brasília que o gigante sul-americano é "o único país que pode convencer o Irã a deter seu programa nuclear" e salientou que conta com "laços muito fortes com o mundo árabe e também com muito boas relações com Israel".
  • El País: Expansão dos assentamentos israelenses preocupa Obama
  • El País: Uma década de Mohamed 6º, um monarca que reina e também governa


Un écho d'Israël (24/07/2009)


Carta Maior (23/07/2009)

  • Flávio Aguiar: Os nós das esquerdas: Um nó das esquerdas é um ponto onde as argumentações começam a se enredar de tal modo que fica difícil detectar o conceito, ou a lógica que as informa, a não ser o pré-conceito, ou a lógica do interesse da posição. Três exemplos disso aparecem nos debates sobre Israel, o Irã e Barack Obama. O que é um nó das esquerdas? É um ponto onde as argumentações começam a se enredar de tal modo que fica difícil detectar o conceito, ou a lógica que as informa, a não ser o pré-conceito, ou a lógica do interesse da posição. São questões difíceis, complicadas, complexas, para as quais se quer dar respostas simples, breves, e muitas vezes uni-dimensionais. O que usualmente complica mais a situação. Primeiro exemplo: Israel. Com freqüência brande-se a resolução de 1967 da ONU, exigindo -se a manutenção daquelas fronteiras. Mais adiante, vai se encontrar a pregação do fim do estado de Israel – o que vai de encontro à resolução da mesma ONU que criou aquele estado. Quer dizer, para um argumento, a ONU vale; para o outro, não. (...)Terceiro exemplo: o Irã. Considerar Ahmadinejad uma espécie de “Hugo Chávez do Oriente Médio” é um erro de grande monta. Em primeiro lugar, a “revolução islâmica” tem muito pouco em comum com a “revolução bolivariana”. A “revolução islâmica” abriu espaço para um regime clerical reacionário, com instituições fechadas, anti-democráticas, onde se debatem interesses de grande monta e que mantém, em relação ao povo empobrecido, uma espécie de “populismo caritativo”. Essa é a moldura em que cresce e em que navega Ahmadinejad com sua proposta dúbia, para dizer o mínimo, de programa nuclear. Às vezes parece até haver um raciocínio do seguinte tipo: “nós somos pela causa palestina; Ahmadinejad fala mal de Israel, então ele é um dos nossos”. Devagar com o andor, que o argumento é de barro.


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